O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu licitação para gastar R$ 2,1 milhões na compra de caixas de papelão destinadas ao transporte de urnas eletrônicas nas eleições nacionais deste ano.
O certame foi lançado na terça-feira 20 e prevê a aquisição de 12.850 caixas, ao custo unitário de R$ 170,73. De acordo com o tribunal, a reposição é necessária porque parte das embalagens atuais está danificada.
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Apesar de serem consideradas itens duráveis, as caixas sofrem desgaste com o uso contínuo e a movimentação das urnas, o que pode comprometer a proteção dos equipamentos.
As justificativas do TSE

Em memorando, o TSE afirma que a fabricação das caixas “não é trivial” e exige testes específicos para garantir durabilidade, resistência ao manuseio e capacidade de proteção das urnas eletrônicas.
Segundo a Corte, o Estado com maior demanda será o Rio de Janeiro, que receberá 3,2 mil caixas. Em seguida aparece o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná, com 1,1 mil unidades.
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Propostas para atualizar as normas das eleições 2026 também estão em consulta pública, com o recebimento de sugestões de cidadãos e entidades desde segunda-feira 19 pelo TSE. Entre as mudanças sugeridas estão ajustes no calendário eleitoral, regras para a pré-campanha, pesquisas, divisão de recursos e a atuação das redes sociais diante de conteúdos que ataquem o processo eleitoral.
O prazo para envio de contribuições vai até 30 de janeiro, por meio de formulário eletrônico disponibilizado pelo TSE. Depois dessa etapa, as propostas mais relevantes serão selecionadas para debates em audiências públicas, previstas para ocorrer entre 3 e 5 de fevereiro.
O plenário do TSE tem até 5 de março para aprovar as normas definitivas, conforme determina a legislação eleitoral.
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