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Eleições 2022

Moraes nega pedido para Queiroga falar na TV sobre vacinação da poliomielite

Presidente do TSE classificou fala do ministro como de caráter eleitoreiro

Marcelo Queiroga é médico cardiologista e ex-ministro da Saúde | Foto: Myke Sena/MS
Marcelo Queiroga é médico cardiologista e ex-ministro da Saúde | Foto: Myke Sena/MS

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), negou um pedido do governo federal para que o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, fizesse um pronunciamento em rede nacional sobre a vacinação da poliomielite em crianças de 1 a 5 anos. O pronunciamento também iria tratar da imunização de outras doenças para adolescentes menores de 15 anos.

“Não tenho dúvida do interesse público da medida, que visa a informar a população sobre a vacinação adequada”, disse Moraes. “Já foram adotadas outras medidas para a divulgação de informações, inexistindo a necessária demonstração da gravidade ou urgência que justifique a aparição da figura do ministro da Saúde em cadeia nacional.”

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No período de pleito, a Corte Eleitoral precisa autorizar até mesmo um pronunciamento do Ministério da Saúde. Além disso, o presidente do TSE viu um objetivo “nitidamente político-eleitoral” na atitude do ministro e considerou que a fala poderia levar à “indevida personificação” no período eleitoral.

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A campanha de vacinação com a identificação da pasta nas peças publicitárias já havia sido aprovada anteriormente pelo ex-presidente do TSE, o ministro Edson Fachin. No entanto, o atual presidente entendeu que o pronunciamento em rede nacional não é mais tão necessário.

No texto que pedia a fala de Queiroga, o secretário especial do Ministério das Comunicações André de Sousa Costa explicou que o pronunciamento era importante para “evidenciar o caráter oficial e de relevância pública da mensagem, chamando mais atenção do que as peças publicitárias recorrentes na vida cotidiana da população”.

Durante a transmissão, o ministro iria chamar a atenção para a baixa cobertura vacinal das doenças e da necessidade de evitar a volta de doenças como a poliomielite e a rubéola no Brasil. A prevenção do sarampo e da febre amarela também seria citada.

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10 comentários
  1. Romeu José Paludo
    Romeu José Paludo

    E por que o Queiroga tem de pedir permissão para um sujeito autoritário e maníaco? Acho que o Ministro da Saúde deve fazer o que tem de fazer. Ponto.

  2. Bruno Araujo Barbaresco
    Bruno Araujo Barbaresco

    Criminoso contra a saúde pública. O governo tem que continuar governando até o fim do ano. Inútil.

  3. Santilho
    Santilho

    Esse ministro é um LOUCO. Até quando o BRASIL vai deixar um louco dizer o que temos que fazer? Observem o olhar dele. Em São Paulo, onde foi secretário de segurança, as POLICIAS MILITAR e CIVIL querem vê-lo pelas costas, deixando o cargo.

  4. Carlos Brito
    Carlos Brito

    CADÊ O FREIO???? É ISSO, VAI LADEIRA ABAIXO, TOMA O RUMO QUE DER NA TELHA, UMA CAMPANHA DE VACINAÇÃO NUNCA TEVE NADA DE CAMPANHA DE ELEIÇÃO.

    NEM MÉDICO É PARA AVALIAR ASSUNTO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA.

  5. Washington Alencar
    Washington Alencar

    ESTÁ PRÓXIMO O GOLPE SERÁ DADO ANTES DE VENCER A CONCESSÃO DA GLOBO.

  6. Iramar Benigno Albert Júnior
    Iramar Benigno Albert Júnior

    Um absurdo. Isto é afrontar contra a vida.

  7. André Luiz Cumplido de Sant'Anna
    André Luiz Cumplido de Sant'Anna

    Não há de persistir qualquer dúvida sobre Alexandre de Moraes. Ele é tudo. É o todo poderoso e contra esse ministro não há nada a fazer, aparentemente. Mas por quanto tempo Moraes tutelará a nação brasileira?
    O povo é uma peça de ficção.O parlamento, Câmara e Senado principalmente, nada fazem e quem manda é um juiz que tomou para si o STF e agora o TSE.Que democracia é essa em que vivemos?

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