O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD) não compareceu à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado nesta quarta-feira, 11.
O senadores convidaram o governador gaúcho para “oferecer um panorama abrangente da segurança pública no país, pois Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná apresentam historicamente baixos índices de violência”.
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Segundo a comissão, a participação do gestor permitiria à CPI conhecer boas práticas de gestão, integração policial e uso de tecnologia que podem servir de referência para outras unidades da Federação.
Convocado pela CPI
Já João Carlos Falbo Mansur, fundador da gestora Reag Investimentos, envolvida no caso do Banco Master, atendeu à convocação do colegiado e compareceu à reunião desta quarta-feira, diferentemente do governador.
Mansur, apesar de ter optado por não responder múltiplas perguntas, afirmou que a empresa sempre operou com alto nível de governança e transparência e que acabou sendo “penalizada por ser grande e independente”.
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“Tínhamos aproximadamente 800 funcionários que trabalhavam nos fundos. A empresa sempre foi auditada por consultorias internacionais”, disse o empresário. “Escolhemos o nível de governança mais alto possível justamente por isso. Tínhamos operações claras e transparentes e fomos penalizados por sermos grandes e independentes.”
Mansur ainda afirmou que o Banco Master era apenas um cliente da gestora e negou que a empresa desempenhou operações irregulares.
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Talvez estivesse em um daqueles dias.
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