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Política

Eduardo Bolsonaro diz que 'não há fake news' sobre alta do dólar

Deputado responde a uma postagem de Paulo Pimenta

PT; Eduardo Bolsonaro condenou a prisão de dois brasileiros acusados pelo 8 de janeiro, que estavam exilados na Argentina | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados
Diferente da cassação por faltas, o trâmite no Conselho de Ética tende a ser mais ágil | Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Para o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), a tese de que fake news causaram a alta do dólar é falsa. A moeda norte-americana fechou esta quarta-feira, 18, cotada a R$ 6,26, um novo recorde histórico.

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O “filho 03” de Jair Bolsonaro respondeu a uma postagem do ministro da Secretaria de Comunicação Social, Paulo Pimenta (PT), que atribuiu a escalada do dólar à disseminação de notícias falsas por um perfil anônimo no Twitter/X.

Eduardo Bolsonaro ainda disse se tratar da “mesma ladainha” usada durante as enchentes no Rio Grande do Sul, em maio deste ano. “Não há fake news“, disse Eduardo. “Vocês gastam mais do que numa pandemia, atocham imposto até em blusinha da Shein e agora querem culpar os outros?”

Eduardo Bolsonaro discorda de teoria de Paulo Pimenta

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se uniu à GloboNews para dizer que fake news impulsionaram o dólar. Na terça-feira 17, a apresentadora Daniela Lima disse que o preço da moeda norte-americana subiu por causa de informações falsas atribuídas a Gabriel Galípolo, futuro presidente do Banco Central.

Pimenta, por sua vez, concordou com a análise da apresentadora da GloboNews e classificou o episódio como uma “operação criminosa”, orquestrada pela “indústria das fake news”. Um perfil anônimo no Twitter/X, chamado Insiders Capital, foi identificado como a origem da desinformação.

Em uma das falas nunca ditas por Galípolo, havia a tese de que a “moeda dos Brics salvaguardaria” o Brasil da “extrema influência do dólar”. Também foi informado que a cotação da moeda norte-americana retornaria aos R$ 5 em 2025.

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A alta do dólar, contudo, é atribuída por economistas ao pacote de gastos do governo federal. Apesar da medida, o mercado financeiro não acredita na capacidade do governo de controlar déficit público a longo prazo.

Leia também: “Gringos já trabalham com dólar a R$ 7”, artigo de Carlo Cauti publicado na Edição 247 da Revista Oeste

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