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Política

Desoneração da folha: medida do governo causa 'estranheza' em Pacheco

O presidente do Congresso Nacional sinaliza a possibilidade de devolver ao Poder Executivo a MP editada nesta sexta-feira, 29

Rodrigo pacheco - presidente do senado - mp sobre desoneração da folha
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), sinaliza que vai discutir a MP do governo Lula que revoga a desoneração da folha de pagamento | Foto: Pedro França/Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), avisou ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que deverá reunir os líderes do Congresso Nacional no início de janeiro. O encontro vai servir para discutir a medida provisória (MP) que revogou a desoneração da folha de pagamentos para 17 setores da economia.

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A MP foi publicada nesta sexta-feira, 29. Editada pelo governo Lula, ela revoga decisão do Congresso Nacional de prorrogar até 2027 o benefício da desoneração da folha.

“Estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema”

Rodrigo Pacheco

“Farei uma análise apurada do teor da medida provisória com o assessoramento da consultoria legislativa do Senado Federal”, disse Pacheco, em comunicado divulgado por meio de seus perfis nas redes sociais. “Para além da estranheza sobre a desconstituição da decisão recente do Congresso Nacional sobre o tema, há a necessidade da análise técnica sobre os aspectos de constitucionalidade da MP.”

“Há também um contexto de reação política à sua edição que deve ser considerado, de modo que também será importante reunir os líderes das duas Casas para ouvi-los, o que pretendo fazer nos primeiros dias de janeiro”, prosseguiu Pacheco. “Somente depois de cumprir essas etapas é que posso decidir sobre a sua tramitação no Congresso Nacional ou não”, acrescenta a nota do presidente do Senado.”

Em resumo, Pacheco externou a possibilidade de devolver a MP sobre o fim da desoneração na folha de pagamento ao Poder Executivo.

Pacheco teria conversado previamente com Haddad

De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, Pacheco já havia dito a Haddad que o caminho da MP era difícil no Congresso e que previa resistência, uma vez que o tema foi aprovado com maioria tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Ele evitou, porém, dizer se devolveria a medida provisória e combinou de antes conversar com os líderes do Legislativo federal.

Com o início da vigência da MP apenas em abril, Pacheco disse a aliados que há tempo para analisar com calma a iniciativa do ministro da Fazenda sem que isso afete a vida das empresas.

Parlamentares têm pressionado o presidente do Senado, que também preside o Congresso Nacional, a devolver a medida provisória, sem que ela sequer seja analisada pelo Parlamento.


Revista Oeste, com informações da Agência Estado

10 comentários
  1. Ed Camargo
    Ed Camargo

    Quando é encontrada uma nova fonte de tributação, isso nunca significa, na prática, que a antiga fonte foi abandonada. Significa apenas que os políticos têm duas formas de explorar o contribuinte, onde antes tinham uma.

  2. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Decisão do parlamento é irrevogável a não ser que seja anticonstitucional, mas pra o STF constitucional ou anticonstitucional é a hermeneutica de qualquer um dos 11

  3. XY / XX
    XY / XX

    Carta de um Brigadeiro.
    Nunca mais se diga que nossas Forças Armadas nunca perderam uma guerra!
    Hoje perdemos a maior delas!
    Perdemos nossa Coragem!
    Perdemos nossa Honra!
    Perdemos nossa Lealdade!
    Não cumprimos com o nosso Dever!
    Perdemos a nossa Pátria!
    Eu estou com vergonha de ser militar!
    Vergonha de ver que tudo aquilo pelo qual jurei, trabalhei e lutei, foi traído por militares fracos, desleais e covardes, que fugiram do combate, preferindo apoiar quem sempre nos agrediu, sempre nos desrespeitou, sempre nos humilhou e sempre se vangloriou disso, e que ainda brada por aí que não nos quer em sua escolta, por não confiar nos militares das Forças Armadas, e que estas devem ser “colocadas em seu devido lugar”.
    Militares que traíram seu próprio povo, que clamou pela nossa ajuda e que não foi atendido, por estarem os militares da ativa preocupados somente com o seu umbigo, e não com o povo a quem juraram proteger!
    Fomos reduzidos a pó. Viramos farelo.
    Seremos atacados cruelmente e, se reagirmos somente depois disso, estaremos fazendo apenas em causa própria, o que só irá piorar ainda mais as coisas.
    Joguem todas as nossas canções no lixo!
    A partir de hoje, só representam mentiras!
    Como disse Churchill:
    “Entre a guerra e a vergonha, escolhemos a vergonha.”
    E agora teremos a vergonha e a guerra que se seguirá inevitavelmente.
    A guerra seguirá com o povo, com os indígenas, com os caminhoneiros, com o Agronegócio. Todos verão os militares como traidores.
    Segmentos militares certamente os apoiarão. Eu inclusive.
    Generais não serão mais representantes de suas tropas.
    Perderão o respeito dos honestos.
    As tropas se insubordinarão, e com toda razão.
    Os generais pagarão caro por essa deslealdade.
    Esconderam sua covardia, dizendo não ter havido fraude nas urnas.
    Oras! O Exército é que não conseguiu identificar a fraude!
    Mas outros, civis, conseguiram!
    A vaidade prevaleceu no Exército e no seu Centro de Guerra Cibernética. Não foram, mais uma vez, humildes o suficiente para reconhecer suas falhas. Prevaleceu o marketing e a defesa de sua imagem. Perderam, Manés!
    E o que dizer da parcialidade escancarada do TSE e do STF, que além de privilegiarem um candidato, acabam por prender inconstitucionalmente políticos, jornalistas, indígenas, humoristas e mesmo pessoas comuns, simplesmente por apoiar temas de direita, sem sequer lhes informar o crime cometido ou oportunidade de defesa? Isso não conta? Isso não aconteceu?
    E a intromissão em assuntos do Executivo e do Legislativo?
    Isso também não aconteceu?
    Onde está a defesa dos poderes constitucionais?
    Onde estão aqueles que bradaram que não bateriam continência a um ladrão?
    Será que os generais são incapazes de enxergar que, validando esta eleição, mesmo com o descumprimento de ordem de entrega dos códigos-fonte, valida-se também esse mesmo método, não só para todas as próximas eleições, para o que quer que seja, perpetuando a bandidagem no poder, assim como corrompendo futuros plebiscitos e decisões populares para aprovar/reprovar qualquer grande projeto de interesse da criminalidade?
    NÃO HAVERÁ MAIS ELEIÇÕES HONESTAS!
    A bandidagem governará impune, e as Forças Armadas, assim como já ocorre com a Polícia Federal, serão vistas como cães de guarda que asseguram o governo ditatorial.
    O povo nunca perdoou os traidores nem os burros.
    Não vai ser agora que irão.
    Ah, sim, generais:
    Entrarão para a História!
    Pela mesma porta que entrou Calabar.
    QUE VERGONHA!
    Assina:
    Brigadeiro Eduardo Serra Negra Camerini

  4. XY / XX
    XY / XX

    Hitler, Stalim, Mussoline e todos os outros lixos da historia da humanidade, so foram levados a serio depois que a desgraça dominou o povo. Congresso Nacional omisso e covarde, pouco a pouco estao permitindo que a Suprema Corte dos comunistas globalistas e o Executivo dos corruptos e ladroes destruam o Brasil. Quando os mais de 200 milhoes de brasileiros decidirem que vao colocar um fim a essa merd…. nao adianta tentar fugir para o exterior, o mundo moderno esta totalmente globalizado, e qualquer verme podera ser localizado e pagar devidamente as dividas que tem com o POVO BRASILEIRO. Que estranho que o pseudo vencedor das eleiçoes nao pode colocar o rabinho em espaços publicos, e o vencido pela fraude das urnas sem voto impresso e auditavel esteja sendo venerado pelo povo, basta aparecer em qualquer lugar do Brasil e ouviremos MITO MITO MITO.

  5. MNJM
    MNJM

    Pacheco deixa de ser covarde e omisso, só cabe devolver a MP. Tenha dignidade e honre a cadeira q ocupa.

  6. jose carlos gomes
    jose carlos gomes

    Vai melhorar em 2024!!!!!, pachequinho vai virar…….

  7. ELIAS
    ELIAS

    Isso é o que a esquerda entende por “democracia”. Se um poder, no caso o legislativo, aprova uma matéria, ignora-se a decisão soberana e se enfia uma MP que confronta o que foi aprovado. Ou então se judicializa a matéria para vê-la em vigor a qualquer custo. O autoritarismo está no DNA desse governo, com o apoio do STF.

  8. Christian
    Christian

    Que corpo mole heim pacheco?
    Já deveria ter devolvido a MP sem piscar.
    Foi decidido pela maioria da duas casas ou não foi?
    Para que você vai consultar os líderes? Só para fazer média ?

  9. frederico cardoso fernandes pontes
    frederico cardoso fernandes pontes

    Pacheco capacho traidor da nação

  10. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    O que já não causa “estranheza” é a incompetência, inépcia, inércia, cumplicidade, covardia, desse pacheco. Uma atitude dessas tomada pelo lula e caterva deveria ser objeto de imediata e eficaz medida do Legislativo. Mas, com pachequinho, o legislativo é um ratinho assustado. Nada mais que isso. Não esquecer que foram os próprios parlamentares que puseram o pachequinho como seu presidente, provavelmente por verem nesse uma imagem deles próprios.

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