O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, reafirmou, nesta quinta-feira, 24, que confia nos policiais investigados pelas Operações Escudo e Verão, realizadas na Baixada Santista em 2023 e 2024. Ele disse que os agentes agiram para enfrentar criminosos, e não podem ser tratados como culpados antes do fim dos processos.
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“Eu confio e acredito nos meus policiais”, afirmou em coletiva de imprensa depois de uma palestra no Congresso de Operações Policiais, em São Paulo. “Até que se prove o contrário, e o trânsito em julgado seja 100% completado, eles são inocentes e são heróis que arriscaram a vida trocando tiros com criminosos, e não matando pessoas.”
Derrite diz que setores da imprensa distorceram declarações
Derrite reagiu à repercussão da palestra em que chamou de “mentirosas” as denúncias contra policiais militares. Ele afirmou que alguns setores da imprensa e ONGs distorceram suas palavras. Além disso, o secretário negou ter atacado o Ministério Público, autor das denúncias.
“O Ministério Público cumpre a função dele”, disse. “Quando encontra indícios de autoria e materialidade de um crime, ele oferece a denúncia, e os policiais se defendem. O MP é o titular da ação penal. Quando eu falei de denúncias infundadas, eu não mencionei o MP, isso vocês [jornalistas] que estão falando. Essas denúncias vêm de ONGs e setores da imprensa que espalham acusações infundadas.”
O secretário também criticou organizações de direitos humanos. “O que eu disse na palestra foram inúmeras acusações infundadas, ONGs que se dizem defensoras de direitos humanos e que nunca foram ao velório de um policial”, afirmou.
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As Operações Escudo e Verão deixaram 84 mortos na Baixada Santista. O Ministério Público apresentou oito denúncias contra 16 policiais militares. Os promotores afirmam que alguns agentes mataram pessoas desarmadas e tentaram alterar cenas de crime.
Derrite, porém, defendeu o direito de defesa dos PMs. “O policial tem direito à ampla defesa, ao contraditório”, citou. “O advogado dele vai apresentar as razões. Depois do trânsito em julgado, aí sim alguém pode afirmar que houve crime.”








































Concordo em tudo futuro senador , policiais sao herois .