O deputado federal Jefferson Campos (PL-SP) cobrou, no plenário da Câmara, um posicionamento oficial do Ministério das Relações Exteriores e da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CREDN) sobre a prisão de pelo menos 30 pastores e líderes da Igreja Zion, uma das maiores congregações cristãs não registradas da China.
“Recebemos a informação, pela Gazeta do Povo e também por agências internacionais, da perseguição, da tomada de posição do governo em relação àqueles que professam a fé cristã, do fechamento de igrejas, retirada de cruzes, apreensão de Bíblias, e nós tomamos a posição de levar ao Itamaraty, à Comissão de Relações Exteriores da Câmara, da qual eu faço parte, este questionamento”, disse Campos.
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O deputado disse que o Brasil, sendo uma nação de maioria cristã, “não pode permanecer indiferente a essa brutal perseguição que tenta apagar qualquer expressão de fé não controlada pelo governo chinês”. Ele afirmou ter enviado ofícios ao Itamaraty e à CREDN em que solicita manifestação oficial sobre o caso.
“O Brasil não é apenas parceiro comercial”, continuou o deputado. “O Brasil é signatário da Declaração Universal de Direitos Humanos da ONU, que nos garante a liberdade religiosa. E a China, através dessas ações, tem feito com que o Evangelho e a religião sejam perseguidos e líderes sejam presos.”
As prisões integram uma política estatal que busca submeter as práticas religiosas à ideologia do Partido Comunista Chinês. Desde 2018, o regime tem ampliado o controle sobre igrejas independentes, com demolições de templos, censura de Bíblias e intimidação de fiéis.
Deputado pede atuação do governo Lula na China
O deputado, que também é pastor, quer saber se há brasileiros entre os detidos, já que missionários do país atuam na China. Ele propôs que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva dialogue com Pequim para encerrar os abusos.
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No plenário, Campos cobrou uma resposta firme do Executivo. “Trinta pastores foram presos simplesmente por exercerem o direito à fé, realizando cultos e orações sem autorização do Estado”, declarou. “Isso é uma afronta à liberdade religiosa e à própria dignidade humana.”
A prisão dos religiosos é a mais ampla repressão a igrejas não registradas desde 2018. Entre os detidos está o pastor Ezra Jin Mingri, fundador da Zion Church, acusado de “uso ilegal de redes de informação”, crime que pode resultar em até sete anos de prisão.









































Lula é comunista,cristão são pragas na visão comuna