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Política

Depois de ataques, iFood rebate governo Lula

Empresa negou acusações do ministro do Trabalho

impeachment de lula
O presidente Lula, durante a cerimônia de posse do ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, no Palácio do Planalto, em Brasília - 01/02/2024 | Foto: Mateus Bonomi/Estadão Conteúdo

O iFood rebateu os ataques do ministro do Trabalho do governo Lula, Luiz Marinho, na segunda-feira 4.

“O iFood esclarece que não é verdadeira a fala do ministro segundo a qual a empresa não quer negociar uma proposta digna para entregadores”, afirmou a companhia. “O iFood participou ativamente do Grupo de Trabalho Tripartite e negociou um desenho regulatório para os entregadores até o seu encerramento.”

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O ministro do Trabalho, Luiz Marinho | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Conforme o iFood, a proposta mais recente feita por Marinho, com ganhos de R$ 17 por hora trabalhada, “foi integralmente aceita”. “Depois disso, o governo priorizou a discussão com os motoristas, que encontrava menos divergência na bancada dos trabalhadores”, lembrou a companhia. “A empresa também afirmou que apoia uma regulamentação do setor desde 2021.”

Lula assinou ontem o Projeto de Lei Complementar (PLP) que regulamenta o trabalho de motoristas de aplicativo. O texto encaminhado em regime de urgência ao Congresso Nacional tem 90 dias para ser analisado pelo Parlamento.

Ataques do governo Lula ao iFood

Durante evento no Palácio do Planalto, Marinho atacou a empresa. “Não adianta o iFood mandar recado, e olha que manda recado, viu, presidente”, disse. “‘Nós queremos conversar’. Nós conversamos o ano inteiro, mas o fato é que o iFood e as demais, Mercado Livre, dizem que o padrão dessa negociação não cabe no seu modelo de negócio.”

Leia também: “A grande fuga dos investimentos”, reportagem publicada na Edição 206 da Revista Oeste

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5 comentários
  1. Elias
    Elias

    Isso nao tem nada a ver com governo querendo “proyeger” a “crasse” trabalhadora!!
    Tem a ver apenas com a ” arrecadação ” que cada trabalhador vai representar para esse governo corrupto, ladrão e assassino!!!

  2. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Vejo declarações criticando quem fez o L, e aqueles que pregaram o voto nulo, não merecem nenhuma crítica.

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      Teve uma recaída. Estava demorando. Continuo a afirmar que não sou bolsonarista, muito menos petista e se isto o incomoda tanto, paciência.

  3. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Pelo que entendi de debates em outros sites, é que a cada R$ 100,00 e descontando todas as depesas previdenciárias, impostos, contribuições sindicais, etc…, restará líquido ao motoboy, apenas R$ 20,00 isso porque a hora paga é apenas a hora produtiva, a hora improdutiva i.é, quando o motoboy está parado não conta ou seja ele fatura R$ 0,00 nesse caso. Agora, notei que ninguém se referiu sobre as despesas de manutenção, IPVA, gasolina, etc… do seu principal instrumento de trabalho que é a moto. Então isso daí, deve reduzir ainda mais seus ganhos. Enfim, num país desse nem atividade de entregador tem segurança jurídica. Sorte de muitos que não dependem desse negócio e, a grande maioria desses motoboys fizeram o “L”. Então isso daí deve ficar como reflexão para esses imbecilizados que se deixam levar por conversa de vigaristas. Agora se virem que doravante será cada um por sí e não terão apoio nenhum, a não ser de seus familiares, se derem sorte..

    1. Paulo Renato Versiani Velloso
      Paulo Renato Versiani Velloso

      P.S.: O youtuber Oiluíz diz que agora, a maioria dos jovens é de direita e a esquerda surta. Agora, jovens, a Inês já está morta e enterrada então, se querem mudar de opinião ainda é tempo mas não por os próximos anos, quiçá décadas. Vocês é que comerão o pão que o diabo amassou e sentirão na pele o que é bom prá tosse.

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