A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), em discurso no plenário do Senado Federal na terça-feira 10, criticou a indicação da deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados.
Erika Hilton foi eleita, com 11 votos, presidente da comissão nesta quarta-feira, 11.
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Em seu discurso, Damares destacou que a indicação representa um risco aos espaços conquistados historicamente por “mulheres que nasceram mulheres” e não aceitará perder o direito de se identificar como uma nos debates públicos.
“Não posso permitir que um movimento no Brasil queira me tirar, inclusive, o direito de eu falar na tribuna que eu sou mulher”, disse Damares. “Sou mulher, eu nasci mulher e ninguém vai tirar o meu direito de falar que eu sou mulher.”
A senadora ainda disse que, apesar de reconhecer que pessoas trans mereçam espaço para a defesa de seus direitos, esse local não pode ser em um colegiado que debate realidades e necessidades femininas.
“Mas esses nossos espaços que nós conquistamos por anos ainda precisam ser ocupados por nós, mulheres”, destacou. “Temos muita coisa para fazer ainda na pauta feminina.”
Indicação de Erica Hilton
O Partido Socialismo e Liberdade (Psol), que tem a presidência rotativa da comissão, indicou a deputada transexual para o cargo, em acordo com outros partidos.
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Erika Hilton é a primeira mulher trans a ocupar a presidência da comissão na história do Parlamento. A deputada do Psol afirma que quer usar a escolha para “ampliar o debate sobre políticas de gênero” e incluir o tema do “transfeminicídio” na agenda do colegiado.
Erika Hilton substitui mulher indígena na presidência
Anteriormente, a presidente da Comissão da Mulher era a deputada federal
Célia Xakriabá, também do Psol, uma mulher biológica indígena de Minas Gerais. Érika Hilton, por outro lado, ocupava a terceira vice-presidência do colegiado.
A comissão costuma debater temas que envolvem o universo feminino, a maternidade, a violência doméstica e os direitos de crianças e adolescentes.







































“esse ”
O cara quer ser mulher ,porém não faz a cirurgia pra retirar o pênis , se envolve com um mulher , mulher essa que se sente homem , se isso não é caso pra tratamento médico , não sei mais de nada
Em Brasófia tudo acontece…
Tem um um homem biológico na presidência da comissão das mulheres?.. kkkk só neste país moralmente destruído .