O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado, apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB-SE) nesta terça-feira, 14, se aprovado pelo colegiado, seguirá para a análise do presidente do Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
O relator recomendou o indiciamento dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Vieira encontrou indícios de crimes de responsabilidade cometidos pelos quatro.
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Diante disso, a decisão de colocar o relatório, com os pedidos, em votação na comissão especial cabe ao presidente da Casa. As medidas do texto só se tornam válidas a partir dessa segunda validação.
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De acordo com o que explicou o senador Alessandro Vieira, “o crime de responsabilidade é uma infração de caráter muito mais político. Então ele é investigado, processado e julgado pelo Senado”.
Se a maioria da CPI aprovar o relatório, Alcolumbre passará a controlar os desdobramentos das denúncias. Uma eventual condenação poderá levar ao impeachment dos magistrados.
No entanto, o presidente do Senado tem se mostrado pouco afeito aos trabalhos do colegiado. Alcolumbre rejeitou, na terça-feira, 7, o pedido de prorrogação da comissão por mais 60 dias.
O presidente da CPI, senador Fabiano Contarato (PT-ES), que é membro da base do governo, pediu o adiamento da votação, que estava prevista para as 9 horas desta terça-feira. O colegiado apreciará o relatório a partir das 14h.

Relatório final da CPI pede indiciamento de ministros do STF e de Gonet
O relator da CPI do Crime Organizado pediu o indiciamento, no relatório final dos trabalhos da comissão, dos ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes e do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Os ministros seriam indiciados no contexto da investigação acerca da fraude bilionária no Banco Master. Os nomes de Alexandre de Moraes e Dias Toffoli apareceram logo no começo do escândalo.
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O relatório destaca que as recomendações se baseiam em situações como suspeição em julgamentos, potenciais conflitos de interesse e decisões consideradas prejudiciais a investigações em curso. No caso de Paulo Gonet, a justificativa apresentada foi a omissão diante de sinais relevantes de irregularidades.
Segundo o relatório, os ministros e Gonet cometeram crimes de responsabilidade previstos na Lei n° 1.079/1950 por ações e omissões no caso Master. Essas condutas são passíveis de impeachment no Senado.
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Isso vai acontecer quando galinha criar dentes, ou seja, nunca……
O Alcolubmre também deveria ser inidiciado. Ele vai blindar e barrar tudo.