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Política

Correios: plano de saúde de funcionários enfrenta crise financeira

Devolução de R$ 221 milhões da Postal Saúde à estatal matriz intensificou situação financeira crítica no patrimônio da operadora; entenda

Correios está entre as estatais com o maior prejuízo em 2024
Crise levou à suspensão de pagamentos a prestadores de serviços de saúde e resultou em interrupções no atendimento em redes conveniadas | Foto: Reprodução/Agência Brasil

A Postal Saúde, responsável pelo plano de saúde dos funcionários dos Correios, enfrenta sérias dificuldades financeiras. As demonstrações financeiras de 2024 indicam risco à continuidade operacional em razão da dependência da empresa matriz, que também passa por problemas econômicos.

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A crise foi agravada pela necessidade de devolver R$ 221 milhões aos Correios depois de uma transação frustrada sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Essa devolução prejudicou a liquidez da Postal Saúde, que já operava com base na saúde financeira dos Correios.

Investimentos e crise no plano de saúde dos Correios

Nesta segunda-feira, 12, os Correios anunciaram aos empregados um conjunto de medidas para conter gastos | Foto: Reprodução/Flickr
Na última segunda-feira, 12, os Correios anunciaram aos empregados um conjunto de medidas para conter gastos | Foto: Reprodução/Flickr

No ano passado, a Postal Saúde investiu cerca de R$ 2 bilhões em procedimentos médicos para 202 mil participantes. Contudo, pode ser necessário um “lastro financeiro” adicional se os Correios não mantiverem os aportes necessários.

Leia mais: “Um roubo por dia”, artigo de Silvio Navarro publicado na Edição 268 da Revista Oeste

Em março de 2022, uma mudança transformou a empresa matriz de mantenedora para patrocinadora da Postal Saúde, a fim de desonerar a estatal. No entanto, a administração atual reverteu essa decisão e exigiu a devolução dos recursos, o que afetou negativamente o patrimônio líquido da operadora.

Essa crise financeira levou à suspensão de pagamentos a prestadores de serviços de saúde e resultou em interrupções no atendimento em algumas redes conveniadas. Para a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect), isso viola o direito fundamental à saúde dos funcionários.

Leia também: “O escritório de advocacia de Lula”, reportagem de Cristyan Costa publicada na Edição 268 da Revista Oeste

O presidente da Findect, José Aparecido Gandara, afirmou que “a omissão institucional, a inadimplência com prestadores e a não garantia dos serviços essenciais aos beneficiários configuram uma violação ao direito fundamental à saúde”.

Além disso, a contrapartida dos funcionários no plano de saúde é alvo de críticas. Ela chegou a 70% durante o governo anterior, mas foi reduzida para 42%. Por isso, estima-se que mais de 25 mil deixaram de participar em razão do custo elevado.

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2 comentários
  1. Anísio Silva Horta
    Anísio Silva Horta

    MAS É ASSIM QUE ELES GOSTAM. POR ISSO QUE TODOS VOTARAM EM PESO NO LADRÃO.

  2. Renato Perim
    Renato Perim

    Olha só a peninha que eu tô deles kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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