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Política

Com chances de ir para o PSD, vice de Zema é pressionado a reduzir críticas ao PT

De olho na sucessão estadual, Mateus Simões precisaria da legenda de centro e do apoio do senador Rodrigo Pacheco, que é aliado de Lula

Zema (dir.) e o vice no governo de Minas, Mateus Simões: limitações do Novo podem impor necessidade de posturas diferentes | Foto: Reprodução/Redes sociais
Zema (dir.) e o vice no governo de Minas, Mateus Simões: limitações do Novo podem impor necessidade de posturas diferentes | Foto: Reprodução/Redes sociais

Aliados do vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (Novo), têm feito alertas ao político. A recomendação é para que ele adote um tom mais moderado nas críticas ao governo Lula e ao PT.

A mudança de postura tem a ver com as chances de Simões trocar o partido Novo pelo PSD, que é de centro. Além disso, tem estrutura nacional. O movimento objetiva viabilizar a sua candidatura ao governo estadual em 2026, em substituição ao governador mineiro, Romeu Zema (Novo).

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Simões é o principal nome dentro das alternativas para suceder o atual governador, de quem é aliado próximo e herdeiro político. Zema, por sua vez, articula nos bastidores uma candidatura à Presidência da República. Como não pode se reeleger novamente, outra opção seria concorrer ao Senado.

Zema intensifica críticas a Lula

O governador mineiro busca ampliar a sua projeção. Assim, mantém no cenário nacional discursos enfáticos contra o governo federal. A fala aborda principalmente temas como centralização de recursos, modelo federativo, gastos públicos e eficiência de gestão. Da mesma forma, Zema faz críticas contundentes contra a entrega de cargos por apadrinhamento em vez de capacidade técnica.

Recentemente, Zema acusou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de sufocar financeiramente os Estados, criticando a demora na compensação das perdas com o ICMS e o avanço da União sobre competências estaduais. Em eventos com empresários e políticos liberais, ele defende uma “reforma federativa urgente” e afirma que o governo petista “trava o crescimento do Brasil por ideologia”.

Mateus Simões, entretanto, busca projetar uma imagem mais pragmática. Formado em Direito e com trajetória no setor público e na iniciativa privada, ele foi vereador em Belo Horizonte antes de integrar a gestão de Zema. Sua eventual filiação ao PSD depende do posicionamento do senador Rodrigo Pacheco, presidente do Congresso de 2021 a 2023, que ainda não descartou concorrer ao Palácio Tiradentes no próximo ano.

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4 comentários
  1. Antonio Carlos Cavalieri DOro
    Antonio Carlos Cavalieri DOro

    Espero que nem seja candidato, mas não se esqueçam que a prefeita de Juiz de Fora se reelegeu e é do PT. Que tristeza…

  2. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    É o caso de pré venda da alma pro diabo…
    Tá pegando o bonde errado trouxa !

  3. Paulo Miranda
    Paulo Miranda

    Reduzir críticas sobre a facção terrorista chamada PT? Magina!…

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