O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), viu indícios de um esquema bilionário de corrupção que envolve o RioPrevidência, fundo dos servidores do Estado, e o antigo Banco Master, que ocorreu sob o governo Cláudio Castro.
A avaliação consta da decisão que autorizou mandados de busca e apreensão contra o ex-governador e outros investigados no âmbito da Operação Compliance Zero, na manhã desta terça-feira, 26.
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Conforme a Polícia Federal (PF), o RioPrevidência aplicou inicialmente R$ 970 milhões em Letras Financeiras emitidas pelo Master.
Depois, diante de obstáculos regulatórios, outros R$ 2,01 bilhões teriam sido direcionados a fundos estruturados pelo mesmo grupo econômico.
A PF sustenta que essas operações ocorreram em meio à necessidade de captação de recursos pelo banco.
Elas teriam sido viabilizadas por influência política dentro da estrutura do governo fluminense.
Relação próxima de Vorcaro com Cláudio Castro

Ao tratar especificamente de Castro, Mendonça reproduz a tese da PF segundo a qual o então governador mantinha relação próxima com Vorcaro.
A investigação aponta coincidência temporal entre encontros realizados pelos dois e os aportes posteriormente aprovados pelo RioPrevidência.
De acordo com a decisão, mensagens encontradas no celular de Vorcaro revelam que determinados investimentos dependiam de “alinhamento político” com o chefe do Executivo estadual.
Os investigadores também destacam mudanças na composição da diretoria do RioPrevidência ocorridas pouco antes do início das aplicações financeiras.
Leia também: “Uma CPI essencial”, reportagem publicada na Edição 323 da Revista Oeste








































É… De vereadorzinho medíocre, totalmente incapaz na ascensão de substituto de um certo juiz bandido e picareta chamado Witzel, reelegeu-se no cargo de governador devendo até as calças à máfia legislativa da Alerj. Sua equipe administrativa composta por imbecis, pilantras, incompetentes venais de múltiplos quilates, promoveu ao estrelato insignificantes com o intuito único de assaltar na maior sem cerimônia e com voracidade o cofre financeiro estadual.
Primários e destemidos na transgressão própria dos lacaios de colarinho branco de periferia, lambuzaram-se associados e protegidos por salteadores da Alerj na fúria em aquinhoar o máximo possível e sem medo!
Um torneio de quem mais transgredia e assaltava sem cerimônia as finanças estaduais!
Não de espantar um certo Sérgio Cabral ter sido larga e espantosamente superado por esta legião de vigaristas desprovidos da mínima noção do honesto, razoável e decente, conscientes convictos de que nada a eles iria algum dia ser cobrado!
A semelhança impressionante ocorre com o Dudu Paes no seu reinado na Prefeitura do Rio! Sim, o “Nervozinho” da planilha da Odebrecht na Lava Jato e integrante da festa do guardanapo em restaurante de Paris, que aí está oferecendo-se a suceder esta malta de ladrões que infestam a política do Estado do Rio.