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Política

Carlos Jordy confirma 280 assinaturas para a CPMI do Banco Master

Parlamentar participou do Faroeste à Brasileira e comentou os próximos passos da comissão

Deputado Carlos Jordy Banco Master
Deputado Carlos Jordy é líder da oposição na Câmara dos Deputados | Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ) confirmou que a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Banco Master já conta com 280 assinaturas de deputados e senadores. Em entrevista ao programa Faroeste à Brasileira nesta terça-feira, 3, o parlamentar revelou que aproveitou o recesso para intensificar a coleta de adesões. O número supera com folga o mínimo exigido de 171 deputados e 27 senadores para a instalação do colegiado.

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“Muitas CPMIs sequer atingem o terço necessário, mas consegui muito mais do que preciso”, afirmou Carlos Jordy. O deputado pretende protocolar o requerimento imediatamente, agora que as atividades legislativas retornaram. Segundo ele, o volume de assinaturas representa quase metade do Congresso Nacional e reflete a indignação pública com as denúncias de fraudes bilionárias na instituição financeira.

Base governista recua e evita assinaturas na CPMI do Banco Master

O parlamentar destacou que o apoio recorde isola a tentativa do governo de barrar as investigações. Questionado sobre a adesão de parlamentares da esquerda, Carlos Jordy explicou que a base do governo Lula não assinou o requerimento. O deputado citou especificamente o caso de Lindbergh Farias (PT-RJ), que havia sinalizado apoio à investigação no passado, mas não assinou o documento da oposição. “É um mentiroso, ele está fazendo uma cena”, declarou Jordy ao programa.

De acordo com o deputado, os parlamentares de esquerda justificam a ausência com alegação de que a oposição quer “politizar” o caso. Carlos Jordy rebateu o argumento ao afirmar que a proposta foca um fato determinado de conhecimento público: uma fraude bilionária com envolvimento de pessoas ligadas ao governo. Ele encerrou ao afirmar que a CPMI deve investigar o caso “doa a quem doer”, independentemente de atingir políticos de direita ou de esquerda.

Leia também: “Defesa aponta omissões do STF e busca reverter decisão sobre Tagliaferro”

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