O ex-vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro, pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, afirmou nesta terça-feira, 24, que recebeu com alívio a decisão que permitiu ao ex-presidente Jair Bolsonaro cumprir prisão domiciliar. Ressaltou, contudo, que a medida “não pode ser tratada como justiça” nem representa, segundo ele, a plena liberdade.
Em publicação na plataforma X, Carlos Bolsonaro disse que ficou “extremamente aliviado” ao ver o pai em casa. Observou que a mudança permite cuidados médicos mais adequados diante de “comorbidades expostas ao longo de meses”, o que, segundo ele, aumenta as chances de recuperação.
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Carlos: processo “repleto de ilegalidades”
Apesar disso, afirmou que a decisão não deve ser celebrada. Para o ex-vereador, o processo contra o ex-presidente é “repleto de ilegalidades”, o que impediria que qualquer medida no âmbito da investigação fosse considerada justa.
Carlos Bolsonaro também declarou que Jair Bolsonaro “não cometeu crime nenhum” e criticou as acusações de desvio de recursos públicos e tentativa de golpe. Segundo ele, as imputações feitas contra o ex-chefe do Executivo são infundadas.
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Na avaliação do ex-vereador, Bolsonaro “não deveria sequer estar preso” e estaria sendo alvo de censura e restrições indevidas, incluindo limitações de comunicação com apoiadores. Ele classificou o ex-presidente como “o maior líder popular da história do Brasil” e afirmou que ele vem sendo “silenciado”.
O pré-candidato ao Senado ainda criticou decisões judiciais que, segundo ele, têm imposto penas “absurdas” e “descabidas” a apoiadores, inclusive a pessoas sem antecedentes criminais, que estariam sendo tratadas de forma desproporcional. Na sua visão, o país vive um cenário que não condiz com a democracia. “Não devemos normalizar o fim da liberdade nem comemorar migalhas ditatoriais”.
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Nem deveria estar preso ele e os outros como o notãvel gen Heleno …
Dia da perfídia …8 de janeiro !