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Política

Canal do Telegram do TSE tem maioria de críticas ao órgão

Iniciativa pega combate à desinformação e já acumula milhares de inscritos na plataforma

Aplicativo de mensagens Telegram
Foto: Reprodução/Pixabay

O início de atividade do canal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no Telegram tem sido marcado por reações negativas de usuários inscritos. A iniciativa tem como objetivo o combate à desinformação e estreou na última semana.

A plataforma de mensagens instantâneas permite que usuários enviem reações para cada mensagem, em forma de emojis. O TSE tem acumulado respostas críticas em publicações sobre fundo partidário e fontes confiáveis o ícone mais usado até o momento no canal é o de “cocô”.

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A página do TSE tinha mais de 84 mil inscritos até o começo desta terça-feira, 24. A postagem do Tribunal com maior número de reações negativas foi feita na segunda-feira 23, quando o órgão publicou sobre o acompanhamento de missões de observadores independentes.

Parceria contra a desinformação

Na última semana, o Tribunal Superior Eleitoral e o Telegram formalizaram uma parceria para o enfrentamento da desinformação.

Ao comemorar a medida, o TSE afirmou que é “o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma, que envolve cooperação e ações concretas”.

A cooperação, que deve vigorar até 31 de dezembro de 2022, envolve a criação de um canal oficial do TSE na plataforma, para divulgar informações oficiais sobre as eleições, e o desenvolvimento de uma nova funcionalidade, para categorizar conteúdos não informativos.

Parceria depois de tensões

Antes da oficialização da parceria, o Telegram foi alvo de contestações por parte da Justiça brasileira, principalmente em razão da transparência de atuação no país.

Em março, Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou bloquear o Telegram, alegando que o aplicativo de mensagens instantâneas “descumpriu decisão judicial” para a derrubada de perfis supostamente “disseminadores de fake news”. A decisão foi suspensa pelo ministro dois dias depois.

O Telegram tem sido um espaço de reunião e mobilização de apoiadores de Jair Bolsonaro, em diversos grupos. Somente o canal oficial do atual presidente no aplicativo conta com mais de 1 milhão de inscritos.

Na última segunda-feira, o PT manifestou por meio de sua presidente, Gleisi Hoiffmann, que vai questionar o TSE sobre a atuação da plataforma.

3 comentários
  1. José Max Lânio
    José Max Lânio

    Poxa, o TSE pediu arrego e já desativou o emoji de cocô…

  2. Julio Cesar Brasileiro Pereira
    Julio Cesar Brasileiro Pereira

    TSE…mais uma porcaria inventada por vagabundos que parasitam milhões de reais…com dinheiro do contribuinte…do suado trabalhador. Se fechar essa bosta e o próprio STF…ninguém irá sentir falta…e a economia de $$$ será grande…

  3. Renato Perim
    Renato Perim

    “Ao comemorar a medida, o TSE afirmou que é “o primeiro órgão eleitoral no mundo a assinar um acordo com a plataforma”; só esqueceram de falar que o TSE deve ser o único órgão eleitoral do mundo. Francamente, acham que no brasil só tem retardados mentais.

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