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Política

Câmara reduz prazo da PEC da Gastança de dois para um ano

Randolfe Rodrigues diz que, se a Câmara modificar a proposta aprovada no Senado, vai recorrer ao STF

reduz PEC gastança
Arthur Lira quer diminuir de dois para um ano a vigência da PEC da GAstança aprovada no Senado| Foto: Najara Araujo/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados fechou um acordo com o governo eleito que reduz a validade da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 32/2022 (apelidada “da Gastança”) de dois anos para um ano. O acordo vai viabilizar a aprovação da PEC que envolve a redistribuição das verbas do Orçamento secreto, considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na segunda-feira 19.

O acordo foi discutido na residência oficial da Câmara entre Arthur Lira (PP-AL), presidente da Câmara, os líderes da Casa e o futuro ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Os deputados de centro se articulam para tentar diminuir o valor da proposta, a começar pelos “penduricalhos”, ou seja, diminuindo as exceções ao teto incluídas no texto.

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A aprovação da PEC é a única aposta do governo eleito para que Lula possa cumprir as promessas de campanha. O texto aprovado no Senado aumenta o teto de gastos em R$ 145 bilhões durante dois anos para bancar o programa Bolsa Família e libera da regra fiscal R$ 23 bilhões para investimentos já a partir deste ano. O texto traz ainda outras exceções ao teto — totalizando um impacto fiscal de R$ 193,7 bilhões, segundo cálculos do Tesouro Nacional.

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Randolfe Rodrigues disse, na segunda-feira 19, ao Poder 360, que, se tiver uma “sinalização da Câmara” de que vai votar a PEC da Gastança aprovada no Senado, com furo de mais de R$ 200 bilhões, “nem precisa” recorrer ao STF. No domingo 18, o ministro Gilmar Mendes, do STF, concedeu uma liminar autorizando que o dinheiro para o Auxílio Brasil possa ser obtido pela utilização suplementar de crédito extraordinário via medida provisória. Na avaliação de Rodrigues, a decisão do ministro Gilmar Mendes tira o Auxílio Brasil do teto ‘para sempre’.

O ministro fez referência explícita à verba para a manutenção do benefício mínimo em R$ 600. Mas o despacho também autoriza o pagamento de R$ 150 por criança de até 6 anos de famílias inscritas no programa. O custo anual dessas duas medidas é de R$ 70 bilhões, adicionais aos R$ 105 bilhões já reservados no Orçamento de 2023 para o programa assistencial.

O parlamentar, através do partido Rede, autora da notícia de descumprimento que deu origem à liminar de Gilmar Mendes, quer apresentar embargos de declaração pedindo para o ministro esclarecer se sua decisão também autoriza o uso de crédito extraordinário para os R$ 92 bilhões restantes de recomposição orçamentária depois de garantidos os R$ 70 bilhões do Auxílio Brasil.

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11 comentários
  1. João José Augusto Mendes
    João José Augusto Mendes

    Gazela, o novo ou nova ministro(a) do minúsculo stf. Aguardem.

  2. ISILDA SILVEIRA COLLENGUE LAVANDOSKI
    ISILDA SILVEIRA COLLENGUE LAVANDOSKI

    Randolfinho….Randolfinho..eu acho que vc irá mudar ideia logo,logo!
    Vc está se comportando como um menino insubordinado!

  3. Evelise Cristina Balhesteros Bergamo
    Evelise Cristina Balhesteros Bergamo

    aiiiiiiiiiiiiii, só sabe argumentar ameaçando chamar mamãe….chato, sem noção e rídiculex

  4. Jose
    Jose

    Esse merda desse randolfo é outro vagabundo que está querendo imitar o cabeça de ovo
    Já falei uma vez p ele ir cuidar da capital onde ele é senado porque aquilo já da vergonha
    Esse oaroakho bobo da corte deveria ter vergonha descer um parlamentar não produz nada não acrecenta em nada

  5. Antonio Luiz Menegassi
    Antonio Luiz Menegassi

    Se ele chorar com o Xandão será atendido!

  6. Paulo
    Paulo

    Deviam fechar o congresso, já que o STF está usurpando os poderes do legislativo!

    1. Mara Nadia Jorge Mattos
      Mara Nadia Jorge Mattos

      O Congresso já fechou o STF decide tudo. É democracia?

  7. Robson Augusto Gonçalves Leite
    Robson Augusto Gonçalves Leite

    Será que ele vai entrar no STF contra o aumento generalizado nos salários dos deputados?
    SERÁ…?

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