Nesta segunda-feira, 13, sete deputados participam de sabatina na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, em busca de indicação à vaga de ministro no Tribunal de Contas da União (TCU). Caso aprovados, seus nomes seguem para votação no plenário, e o escolhido passará ainda por avaliação no Senado.
+ Leia mais notícias de Política em Oeste
Receba nossas atualizações
A cadeira surgiu depois da aposentadoria compulsória do então ministro Aroldo Cedraz. Entre as nove cadeiras do TCU, três são de indicação da Câmara, três do Senado e três do presidente da República.
Os indicados pelos líderes partidários são: Adriana Ventura (Novo-SP), Danilo Forte (PP-CE), Elmar Nascimento (União-BA), Hugo Leal (PSD-RJ), Gilson Daniel (Pode-ES), Odair Cunha (PT-MG) e Soraya Santos (PL-RJ).
Favoritismo e acordos políticos na Câmara

O deputado Odair Cunha (PT-MG) é considerado o principal nome, já que tem apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB). O líder da Casa Legislativa declarou que “o deputado Odair é o candidato que vamos apoiar”. A negociação da indicação ocorreu ainda em 2024, como parte de um acordo do Partido dos Trabalhadores (PT) para apoiar a liderança de Motta.
Soraya Santos (PL-RJ) representa a oposição e tem o respaldo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência. Helio Lopes (PL-RJ), aliado da família Bolsonaro, não está na disputa desta vez.
Leia também: “O desastre do fim da escala 6×1”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 317 da Revista Oeste
O escolhido pela Câmara e aprovado pelo Senado ocupará o cargo vitalício até os 75 anos, idade da aposentadoria compulsória. O salário do posto está próximo do teto constitucional, cerca de R$ 44 mil, além de benefícios.
O Tribunal de Contas da União, criado em 1890, é responsável por fiscalizar o uso de recursos federais e analisar as contas anuais apresentadas pelo presidente da República.





































Quantos e quais possuem formação em auditoria e possuem reputação na área de contas públicas ? Ou é só politicagem e apadrinhamento mesmo ?