A Caixa Econômica Federal planeja criar um fundo imobiliário com imóveis dos Correios para ajudar na recuperação financeira da estatal. A medida se soma à possibilidade de um empréstimo de até R$ 20 bilhões, ainda em análise.
Durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, declarou que os Correios têm a “marca mais valiosa do país” e podem contar com o banco “para qualquer ação que gere receita”.
Receba nossas atualizações
Vieira também falou dos planos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para impulsionar o crédito habitacional, com injeção de R$ 80 bilhões no setor em até 12 meses, voltados principalmente à classe média.
A Caixa deve ampliar em R$ 40 bilhões sua capacidade de financiamento e liberar potencial de crédito de até R$ 1 trilhão no sistema bancário na próxima década. O programa Reforma Casa Brasil deve receber R$ 40 bilhões — sendo R$ 30 bilhões do fundo do pré-sal e R$ 10 bilhões de recursos próprios.
Vieira elogiou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, por viabilizar o uso do compulsório da poupança para o setor habitacional. A Caixa, que hoje concentra 68% desse crédito, pretende reduzir sua fatia para 50%, abrindo espaço para outros bancos.
Correios vão poder vender imóveis e alugá-los de volta

O banco público também aposta em tecnologia, com uso de inteligência artificial e georreferenciamento para fiscalizar as obras do programa de reformas, voltado a famílias com renda de até R$ 9,6 mil, com prioridade às de menor renda.
Os imóveis dos Correios, avaliados em R$ 5,5 bilhões, serão reunidos em um fundo que permitirá aluguel e operações de leasing back — modalidade em que a empresa vende um bem e o aluga de volta, garantindo o uso do imóvel e reforçando o caixa ao mesmo tempo. A estatal revisa contratos e prepara um programa de demissão voluntária.
Vieira destacou que suas indicações seguem critérios técnicos, negou influência política e afirmou que permanece no comando da Caixa por decisão do presidente Lula.
No primeiro semestre deste ano, os Correios registraram prejuízo de R$ 4,3 bilhões, resultado que superou em mais de três vezes o déficit de R$ 1,3 bilhão do mesmo período do ano passado. A estatal enfrenta queda de receitas e aumento de despesas.
Leia mais: “Uma bomba chamada Correios”, reportagem de Lucas Cheiddi e Uiliam Grizafis publicada na Edição 287 da Revista Oeste






































NÓS VAMOS PAGAR O ROMBO NOS CORREIOS; O ROUBO NO INSS E AINDA TEM JUMENTO QUE VOTA NO ALCOOLATRA-ESTUPRADOR DE ANIMAIS-ADMIRADOR DE HITLER.
Parem de roubar que vocês resolvem o problema!