publicidade
Política

Caixa se manifesta sobre contrato milionário com jornalista que festejou assassinato de Charlie Kirk

Eduardo Bueno costuma celebrar a morte de políticos e intelectuais de direita

Caixa
Caixa se manifesta sobre contrato com Eduardo Bueno | Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

A Caixa Econômica Federal se manifestou, por meio de nota, sobre o contrato de R$ 3,3 milhões com o jornalista Eduardo Bueno, conhecido também como Peninha. Autor de livros de história, Peninha ganhou destaque na imprensa nos últimos dias, depois de comemorar o assassinato de Charlie Kirk, ativista conservador do Estados Unidos.

+ Leia mais notícias de Política em Oeste

Receba nossas atualizações

Em nota, a Caixa disse que o contrato está em andamento. A contratação inclui edição impressa atualizada de livro sobre a história do banco, versão digital da obra e uma série documental. A Caixa nada declara sobre as recentes manifestações de ódio do escritor.

Bueno escreveu e editou Caixa: Uma História Brasileira (2002) e Caixa: 150 Anos de uma História Brasileira (2010). O contrato para atualizar e ampliar o título foi assinado em janeiro de 2025, com entrega programada para 2026.

+ Escritor que comemorou morte de Charlie Kirk integra Conselho Editorial do Senado

Segundo o banco estatal, a contratação ocorreu por inexigibilidade de licitação, uma vez que, conforme a Lei 9.610, sobre direitos autorais, apenas o detentor desses direitos pode revisar e expandir as obras. De acordo com publicação no Diário Oficial da União, de 23 de janeiro de 2025, a atualização resultará em uma edição comemorativa dos 165 anos da empresa, além de versão bilíngue digital e uma websérie documental baseada no livro.

Eduardo Bueno aplaudiu assassinato de Charlie Kirk

Logo depois do assassinato de Charlie Kirk, Eduardo Bueno publicou um vídeo, na sexta-feira 12, no qual afirmava, enquanto sorria e aplaudia, que “é terrível um ativista ser morto por ideias, exceto quando é Charlie Kirk”.

Eduardo Bueno: apresentação cancelada por 'manifestação contrária 'à vida' | Fonte: Reprodução/Instagram
O escritor e jornalista Eduardo Bueno | Foto: Reprodução/Instagram

No sábado 13, Bueno publicou um novo vídeo, para justificar sua fala, e, no domingo 14, disse que não louvou o assassinato de Kirk, mas que “o mundo fica melhor sem ele”. “Eu não festejei o assassinato dele e nem louvei o assassino. O que eu quis dizer, e digo de novo, porque acredito nisso e repito: o mundo fica melhor sem determinadas pessoas. E o mundo, na minha opinião, ficou melhor sem a presença desse cara. O problema é que eu disse isso no dia da morte dele.”

Essa não foi a primeira vez que Bueno celebrou a morte de adversários políticos. Em 2021, por exemplo, em entrevista ao podcast do humorista Rafinha Bastos, ele afirmou que torce para políticos de direita morrerem.

“Eu desejo a morte, boto o olho, torço quando eles morrem e vibro quando eles morrem. Quando morreu o [Ronald] Reagan eu festejei, quando morreu o [Emílio] Médici eu festejei, quando morreu a Margareth Thatcher eu festejei mesmo, assumo e digo.” Questionado por Bastos sobre o que sentiu quando Bolsonaro foi esfaqueado por Adélio Bispo, em 2018, Bueno respondeu: “Faltou a viradinha [da faca].”

Bueno vai além do desejo pela morte alheia. Em outra entrevista a Rafinha Bastos, o escritor confessou ter tentado atropelar idosas que carregavam a bandeira do Brasil. “Sabe um carro que se jogou em cima de vocês? Era meu! Era eu que joguei meu carro em cima de vocês, suas velhas. Pena que não atropelei, porque minha mulher não deixou.”

Apesar do histórico de declarações, Eduardo Bueno também ocupa o cargo de conselheiro no Conselho Editorial do Senado, presidido pelo senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). Registros oficiais mostram pelo menos duas viagens de Bueno custeadas com dinheiro público em nome do órgão. O senador Magno Malta (PL-ES) pediu a exoneração de Bueno.

Leia a nota da Caixa na íntegra

“A CAIXA informa que o jornalista Eduardo Bueno é autor de dois livros sobre a história da CAIXA, contratados em 2002 e 2010.

“Este ano, o escritor foi contratado para atualizar os livros escritos por ele, com previsão de entrega em 2026. Além do livro em português e inglês, a contratação contempla uma web série documental baseada na obra, sobre os 165 anos da CAIXA, o fornecimento de exemplares impressos e versão digital e bilíngue do livro em formato de revista eletrônica.

“Em razão do disposto na Lei 9.610, que regula os direitos autorais, a contratação aconteceu com inexigibilidade de licitação por impossibilidade de se estabelecer competição para essa contratação, uma vez que cabe ao detentor dos direitos autorais a revisão e ampliação da obra.

“O contrato está em andamento e cumprindo as etapas previstas contratualmente.”

Leia mais sobre:

10 comentários
  1. Roberto Merce Atanázio Fontoura
    Roberto Merce Atanázio Fontoura

    A esquerda faz do estado, onde os pagadores de impostos são na sua maioria conservadores e liberais econômico, um covil de lobos, usurpadores desses impostos em benefício da militância. Se fosse na direita, já teria declado a 3ª guerra mundial.

  2. Sergio Dulcini
    Sergio Dulcini

    Deveria ser diagnosticado! Não é uma pessoa normal. Precisa entender a origem de tanto ódio, Primeiro interromper os contratos, depois ir ao psicanalista.

  3. Luis Fernando Polydoro
    Luis Fernando Polydoro

    Mais de 3 milhões de dinheiro público para contar a história uma instituição governamental ? Foi licitado com escritores pré-aprovados? Isso é repasse a militante feito de forma escancarada. Tudo onde o estado coloca a mão gera fraude e crime, por isso deve ser mínimo.

  4. clarice Bocchese da Cunha Simm
    clarice Bocchese da Cunha Simm

    Os imóveis tombados e bens públicos históricos podem cair pois i dinheiro vai para estes desiquilibrados comprados pela governo esquerdista para perpetuar uma visão de mundo distorcida !

    1. clarice Bocchese da Cunha Simm
      clarice Bocchese da Cunha Simm

      Ele criticou minha cidade tombada por patrimônio a histórico da cultura italiana e usurpa $ de nossa preservação via governo!

  5. Denis R.
    Denis R.

    Alguém esperava alguma coisa diferente da Caixa? Vergonhoso. Quem cala consente.

  6. IVAN SEVERO DA SILVA
    IVAN SEVERO DA SILVA

    Banco do Brasil,caixa , correio, Petrobras são as vacas da extrema esquerda,doam o leitinho pro seus companheiros.
    Peninha .
    Felipe Neto.
    Winderson Nunes.
    Preta Gil .
    Gilberto Gil
    Caetano. Veloso .
    A classe artística mama

  7. ROBERTO MIGUEL
    ROBERTO MIGUEL

    Atras de todo artista, escritor e bajuladores em geral sempre existe um cobtrato com orgaos ou empresas publicas ou uma boa lei rouanet, simples assim opiniao comprada e o pagadorws de impostos pagando

    1. Marcos Aurélio Camilotti
      Marcos Aurélio Camilotti

      Não existe petista grátis…..estão sempre mamando uma teta. Este cara é um lixo.
      Deve colher o que plantou….

  8. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    A CEF se tornou o QG da máfia juntamente com os Correios e outras empresas públicas. É uma pena.

Canal Oeste
Nossos colunistas
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Augusto Nunes
Ana Paula Henkel
Guilherme Fiuza
Rodrigo Constantino
Alexandre Garcia
Antonio Cabrera
Eugênio Esber
Eugênio Esber
Evaristo de Miranda
Flávio Gordon
Roberto Motta
Miriam Sanger
Adalberto Piotto
Frank Furedi, da Spiked
Jeffrey A. Tucker.
Theodore Dalrymple
Flavio Morgenstern
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
Background
NEWSLETTER
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
Background
TELEGRAM
Cadastre-se e receba nossas newsletter com matérias exclusivas toda semana
publicidade
Background
Assine a Revista Oeste
Seja um dos brasileiros que acreditam que o bom jornalismo transforma um país.