O governo do Brasil deu início nesta segunda-feira, 27, a uma nova fase de negociações comerciais com os Estados Unidos. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, reuniu-se com representantes do governo norte-americano para discutir principalmente medidas de redução de tarifas e possíveis acordos bilaterais.
A movimentação ocorre um dia depois do encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, que, desse modo, marcou a reabertura de um canal direto de diálogo entre os dois países. A reunião contou com a presença do secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), Márcio Rosa, e do assessor especial da Presidência, embaixador Audo Faleiro.
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Brasil: foco em setores vulneráveis
Do lado norte-americano, participaram representantes da área de Comércio e do Tesouro. Segundo Márcio Rosa, os governos concordaram em definir sobretudo um calendário de reuniões técnicas. O objetivo é assim buscar um entendimento “equilibrado e vantajoso para ambos os lados”. Esse entendimento teria como prioridade atender setores sob maior impacto das barreiras comerciais.
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De acordo com o secretário-executivo, o ambiente das conversas se deu num contexto “mais construtivo” do que nas últimas semanas. “Estamos diante de uma oportunidade concreta para formular uma agenda realista, que traga resultados efetivos já nas próximas rodadas”.
Depois do encontro de domingo, Lula afirmou que o Brasil não pretende impor limitações temáticas às tratativas. O petista disse estar disposto a abordar temas sensíveis, como minerais críticos, terras raras, etanol e açúcar. “Não existe assunto proibido. O que quiserem discutir, estamos abertos. Sou uma metamorfose ambulante na mesa de negociação”.
Apesar da reaproximação com os Estados Unidos, Lula reiterou que o país manterá uma política externa diversificada. “O Brasil continuará dialogando com todos os parceiros estratégicos. Queremos relações produtivas com a China, com os Estados Unidos e com a União Europeia”.
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A próxima reunião será para marcar outra reunião, e assim segue.
Não sou adepto do quanto pior, melhor!
Os produtores de riquezas no Brasil nada têm a ver com as bobagens feitas pelo pinguço.
Mas as sanções devem continuar e, se possível, serem ampliadas, chegando ao pinguço e a trocadora de fraldas!