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Política

Barroso diz que fim do inquérito das fake news está próximo

Segundo o ministro, o procurador-geral da República 'já' está recebendo o material do processo

O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, durante um evento | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, durante um evento | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, afirmou que a conclusão do inquérito das fake news não está distante.

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“Eu não saberia precisar uma data, não gostaria de me comprometer com uma data, mas acho que não estamos distantes do encerramento porque o procurador-geral da República [Paulo Gonet] já está recebendo o material”, disse Barroso, em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo, publicada no sábado 31. “Caberá a ele pedir o arquivamento ou fazer a denúncia.”

O inquérito das fake news foi aberto em março de 2019, ou seja, há mais de 5 anos, e a maioria dos investigados é ligada ao ex-prefeito Jair Bolsonaro ou tem perfil conservador. A investigação é sigilosa.

Barroso assumiu a Presidência do STF em um período de crise com o Congresso, que frequentemente destravava um pacote de propostas contra o Tribunal sempre que decisões desagradavam.

Barroso diz que mantém relação harmoniosa com outros poderes

Apesar disso, ele afirma que mantém uma relação harmoniosa com os outros Poderes, embora questione a possibilidade de aprovação de uma emenda à Constituição que permita ao Legislativo derrubar decisões da Corte. 

“Me parece relativamente impensável um modelo democrático em que o Congresso possa suspender decisão do Supremo”, disse o ministro. Sobre a decisão de Alexandre de Moraes de bloquear o Twitter/X no Brasil, Barroso afirmou que “uma empresa que se recusa a apresentar um representante legal não tem condições de operar no território brasileiro”.

Além disso, afirmou que avaliará o caso concreto, caso seja levado ao colegiado, e vai considerar todos os argumentos. Barroso também comentou à Folha sobre a rejeição ao STF, relacionando-a ao julgamento de “causas divisivas na sociedade”. 

Sobre as críticas relacionada à participação de ministros em eventos, ele disse “que juízes têm direito de participar dessas reuniões e se sujeitam à crítica pública por suas escolhas pessoais”.

Ministro falou sobre as mensagens trocadas entre os auxiliares de Moraes

Em referência às mensagens trocadas entre auxiliares do ministro Alexandre de Moraes, Barroso minimizou a gravidade do conteúdo vazado. Segundo ele, “não houve conduta imprópria”. Uma dessas mensagens mostra que o juiz auxiliar de Moraes no STF, Airton Vieira, mandou o perito Eduardo Tagliaferro usar “a criatividade” para incluir a Revista Oeste em inquérito e mandar desmonetizar seu canal no YouTube.

Barroso ainda disse que os pedidos eram feitos informalmente porque havia coincidência entre quem requisitava e quem prestava a informação. 

“Não aconteceu nada de errado”, disse. “A grande crítica é que os pedidos eram feitos informalmente. Agora, pode ser que apareça alguma fofoca ou alguém falar uma frase que você fala na intimidade e que não falaria em público. Mas isso, como eu disse, está no plano da fofoca. Não é no plano jurídico.”

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9 comentários
  1. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Outro sem voto que não deveria estar num tribunal e que morre de medo do psicopata

  2. Serafim Dos A. Castro Neto
    Serafim Dos A. Castro Neto

    Sim. Está próximo. Depois de banirem o X / Tweeter agora falta o banimento do YouTube. Aí o serviço estará completo, pois a população nunca mais poderá opinar livremente e logicamente não haverá mais “fake news” como afirma o aveludado. Com isso eles voltarão a ser felizes como se manifestou querer o carecão outro dia atrás. O WhatsApp q se cuide também.

  3. David S
    David S

    O senhor Perdeu Mané, é imbatível nas baboseiras que fala.
    Como a figura, hoje está na presidência do stf, e o mesmo se encontra numa sinuca de bico, tenta achar um caminho para sair da m…… que entraram.
    O único jeito, seria admitir que estavam enganados, mas isso nunca acontecerá, pois estão envolvidos até o pescoço, com Alexandre, o grande…..

  4. Christian
    Christian

    O Nariz deste pinóquio está esbarrando no microfone do entrevistador.
    Mentiroso nato…!

  5. Gustavo de Carvalho Barcelos
    Gustavo de Carvalho Barcelos

    Esse senhor Barroso é outro que já deveria ter sido impedido de atuar como ministro há muito tempo.

  6. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Joao do Diabo, fale com o pupilo para ver se muda alguma coisa. Talvez uma conversa ao pe do ouvido consiga recapacitar KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

  7. OTNIP M. IAVI
    OTNIP M. IAVI

    Pão de Queijo na AirFryerArno
    Tempo de preparo
    45 minutos
    Rendimento
    25 a 30 unidades
    Preparo
    Fácil
    Ingredientes
    500g de polvilho doce
    250 ml de leite integral
    ½ xícara de chá de óleo de girassol
    400g de queijo meia cura ralado
    1 ou 2 ovos (vai depender do tamanho)
    1 colher de sopa rasa de sal
    Modo de preparo
    Ferva o óleo e o leite em uma panela. Assim que começar a ferver, desligue.
    Em um recipiente, despeje o polvilho. Coloque o óleo fervido com leite por cima, desempelotando a massa, até ficar lisa.
    Em um bowl, coloque a mistura de polvilho, adicione o ovo e o sal.
    Acrescente o queijo. Se achar que a massa ainda está seca, coloque mais um ovo.
    Mexa até ficar homogêneo, se preferir bata de 2 a 3 minutos na batedeira.
    Pré-aqueça a AirFryer a 150ºC.
    Faça bolinhas e espalhe na AirFryer, deixando um espaço entre elas.
    Leve para assar por aproximadamente 15 minutos ou até os pães de queijo ficarem dourados.
    Se preferir incrementar ainda mais o seu pão de queijo, você pode utilizar vários tipos de acompanhamentos, como: doce de leite, goiabada, requeijão, molhos variados e muito mais! Sirva-se e aproveite como preferir!

  8. Brasileiro
    Brasileiro

    E o que está aberração produziu além de perseguição?
    Quem financiou? Quem são as cabeças? O que é fake news? Aonde está a lei penal que tipifica fake news?
    Essa aberração trata-se $omente de um consórcio entre judiciário e executivo para fatiar o poder.
    A governabilidade de um ex condenado ser garantida na base do terror e medo ao invés da popularidade do líder.
    São 5 anos usando o estado para moer o seu povo.

  9. Paulo Sérgio Gusson
    Paulo Sérgio Gusson

    BLA BLA BLA BLA BLA , todos farinha do mesmo saco, farinha vencida , está podre há tempos.

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