Uma gafe marcou a participação do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), em evento no Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), nesta terça-feira, 7.
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Durante sua fala, Barroso afirmou “ter sido juiz por 12 anos”, mas logo se corrigiu: “Fui não, ainda sou”. A declaração provocou risos entre os presentes, conforme relatou o jornal O Estado de S. Paulo.
Luís Roberto Barroso encerrou seu mandato como presidente do STF em setembro, depois de dois anos à frente da Corte. Ele admitiu publicamente analisar a possibilidade de antecipar sua aposentadoria, embora possa permanecer no tribunal até 2033. Quem tomou posse em seu lugar foi o ministro Edson Fachin, então vice-presidente, cadeira essa ocupada agora por Alexandre de Moraes.
Indagado ao deixar o evento da Ciesp sobre uma eventual saída do STF, Barroso preferiu não comentar. “Amanhã tem sessão, estarei lá”, limitou-se a dizer.
A trajetória de Barroso no Judiciário

Durante a palestra, Barroso mencionou não ter arrependimentos em relação às decisões tomadas desde que assumiu o cargo de magistrado, há 12 anos. “Não estou dizendo que eu estava certo sempre”, afirmou. “Mas eu sempre fiz o que achava certo. E consegui sobreviver em Brasília nesses últimos 12 anos, o que não é fácil.”
O ministro destacou ainda que seu mandato à frente do STF se encerrou, mas não sua trajetória no Judiciário. Ministra aposentada do STF, Ellen Gracie, também presente no evento, elogiou Barroso e expressou o desejo de que ele continue sua atuação na Suprema Corte.
Preconceito contra a iniciativa privada
Barroso abordou, ainda, a existência de “um certo preconceito” contra a iniciativa privada no país. Ele recordou críticas recebidas ao participar, em maio, de um jantar na casa do CEO do iFood, Diego Barreto, para captar recursos destinados a um projeto da magistratura. O STF deverá julgar a relação de emprego entre plataformas digitais e entregadores.
Segundo o ministro, as críticas decorreram da percepção negativa sobre empresários. “Quando eu converso com a comunidade indígena, que eu faço com muito prazer, não tem problema”, comparou. “Todo mundo tem interesse no Supremo. Comunidades indígenas, parlamentares, empresários, entregadores, planos de saúde. E eu converso com todo mundo, como a vida deve ser. Há ainda um certo preconceito no Brasil com a iniciativa privada.”
Leia também: “Fachin, uma incógnita no comando do STF”, reportagem de Cristyan costa publicada na Edição 290 da Revista Oeste
Ele ressaltou que não sabia que o jantar seria realizado na casa de Diego Barreto e declarou não conhecer o empresário. “Quem tem dinheiro é empresário, não é trabalhador”, disse o magistrado.
Advogado do cesári batiste ,o senhor é apenas um advogado
“vencemos o Bolsonarismo ” você nunca foi ,e nunca será o Juiz .
Que mais este garoto propaganda, e modelo do STF após desmoralizar está instituição, vá meditar no Alasca.
Barrosinho, Barrosinho , VC NUNCA FOI ‘JUIZ’, VC FOI E É UM ADVOGADO MEQUETREFE SEM BRILHO, E VAI PARA O “O S T R A C I S M O”, LOGO, LOGO.
Na verdade foi um sincericídio….. falou a verdade é claro em um ato falho…
Ele sempre viveu em uma realidade relativa …não tem ideia do que é isso !
Mas ..perdeu mané ele conhece ,ou reconhece !
Esse é o erro de Vossa Excelência, achar que suas ações estavam sempre certas!
Nao é preconceito contra empresario, ministro, é que é ilegal e antietico tomar champagne na mansao de empresario bilionario que tem ação que o sr vai julgar! Nem é preciso seu notorio saber para chegar a essa conclusao!