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Política

Ao vivo: Eliziane Gama lê o relatório final da CPMI do 8 de Janeiro

A senadora apresenta o resumo do material que, de acordo com ela, tem mais de 1,3 mil páginas

Eliziane Gama - cpmi do 8 de janeiro
A relatora da CPMI do 8 de Janeiro, Eliziane Gama, durante uma sessão da comissão - 21/09/2023 | Foto: Wallace Martins/Estadão Conteúdo

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) sobre os atos ocorridos em Brasília em 8 de janeiro caminha para a sua reta final. Na manhã desta terça-feira, 17, a senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora do colegiado, lê o resumo do seu relatório. De acordo com ela, a íntegra do material conta com mais de 1,3 mil páginas.

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A CPMI do 8 de Janeiro movimentou a base aliada do governo Lula e a oposição no decorrer dos últimos meses. Com Eliziane de relatora, tida nos bastidores do poder como fiel escudeira do ministro Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), o colegiado teve o deputado federal Arthur Maia (União-BA) como presidente.

A partir da leitura feita por Eliziane, a expectativa é que, conforme registrou Oeste, o relatório seja votado na quarta-feira 18. Isso porque há a expectativa de que parlamentares façam pedido de vista — ou seja, mais tempo para analisar o texto. Além disso, membros da oposição se articulam para apresentar um material alternativo — e esse deve pedir, entre outros pontos, o indiciamento de Dino e do general Gonçalves Dias, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Ação de Gonçalves Dias foi determinante para instalação da CPMI

Apesar de ter conseguido emplacar uma aliada como relatora, o governo tentou barrar a instalação da CPMI. A estratégia caiu por terra quando a emissora CNN Brasil divulgou imagens que comprovavam: o então ministro do GSI estava em pleno Palácio do Planalto na hora da invasão do 8 de janeiro. Conforme o material do canal de TV, Dias apareceu, inclusive, interagindo com alguns dos manifestantes. Diante de tal divulgação, ele pediu demissão em 19 de abril — e se tornou o primeiro ministro a cair na atual gestão de Lula à frente da Presidência da República.

Para a oposição, Dino deverá ser indiciado por omissão. A CPMI pediu ao ministro imagens das câmeras de 8 de janeiro do Palácio da Justiça. Ele, no entanto, entregou registros de apenas quatro das 186 câmeras do local. Dino afirmou as demais imagens teriam sido apagadas do sistema.

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2 comentários
  1. Hermes
    Hermes

    E vão engolir essa baboseira viciada dessa servente do ladrão mor? Livra dinossauro e general falso e quer indiciar o Bolsonaro? Que ninguém aceite esse lixo. Se aceitarem são tão lixos quanto.

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