O leilão de gado promovido por Arthur Lira (PP-AL), deputado federal, movimentou o interior de Alagoas no sábado 4, reunindo políticos e convidados na cidade de São Sebastião.
O evento, batizado de “Nelore Lira”, garantiu um faturamento de R$ 3,9 milhões com a venda de touros e bezerros. Durante a celebração, Lira esteve acompanhado dos filhos Arthur Filho, Malu e Álvaro, este último apontado como possível candidato à Câmara dos Deputados em 2026.
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Ao encerrar o evento, o deputado incentivou uma confraternização e fez uma piada com os recentes episódios de intoxicação por metanol no Brasil.
“Amanhã é domingo, ainda dá para tomar mais cerveja”, disse Lira. “E o uísque aqui é com nota fiscal e lacrado, não tem metanol não. Pode beber à vontade.”
Detalhes do leilão realizado por Arthur Lira

Os valores do leilão foram detalhados ao final: R$ 2,1 milhões vieram da venda de gado de corte e R$ 1,8 milhão das 62 cabeças de touro arrematadas.
Entre os presentes, prefeitos da região e deputados estaduais participaram para prestigiar Lira, que assumiu neste ano a vice-presidência da Associação dos Criadores de Nelore do Brasil.
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A tradição de Lira com a raça bovina Nelore remonta a edições anteriores do leilão, inclusive quando, em 2023, gravou vídeo ressaltando a excelência genética dos animais comercializados.
Histórico de participação em leilões
A presença de Álvaro ganha destaque depois da sanção de lei pelo presidente Lula (PT) na sexta-feira 3, estendendo o prazo para parlamentares atingirem a idade mínima para posse, beneficiando o jovem, que completará 21 anos em março de 2027.
Além da atuação como anfitrião, Lira também participou de outros leilões recentes. Em setembro, investiu R$ 650 mil em dois animais durante evento do governador Ibaneis Rocha (MDB-DF) e arrecadou R$ 372 mil com a venda de uma vaca Nelore chamada “Censura”.
No ano anterior, o deputado gastou R$ 2,5 milhões na compra de outro exemplar da raça em São Paulo.






































Mais um que só faz política para esquecer e alimentar seu feudo. Desprezível, se a sociedade fosse esclarecida e alfabetizada, esse coronel nunca mais seria eleito.