O comunicador André Marinho busca ser a novidade na disputa eleitoral deste ano pelo governo do Rio de Janeiro. Para isso, ele se filiou recentemente ao Partido Novo — e a legenda já o trata como pré-candidato.
Será a primeira experiência político-partidária de Marinho, que, aos 31 anos, soma carreira na imprensa. Teve, por exemplo, duas passagens pela rede Jovem Pan. Também conduziu entrevistas para o seu próprio canal no YouTube.
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No mercado editorial, lançou, em 2022, o livro O Brasil (não) é uma piada (Intrínseca, 240 páginas). A obra apresenta bastidores da vitoriosa campanha de Jair Bolsonaro à Presidência da República em 2018.
André Marinho contra os políticos de sempre
André Marinho buscará ganhar a confiança dos eleitores fluminenses pelo fato de representar novidade no jogo eleitoral. Para isso, terá como base pesquisas recentes, que evidenciam o cansaço da população do Rio de Janeiro com os políticos de sempre.
Ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD) é um desses políticos que estarão na mira das criticas de Marinho. Diferentemente do representante do Partido Novo, Paes ocupa cargos públicos desde a década de 1990. Ele já foi secretário da capital fluminense, secretário estadual, vereador carioca, deputado federal por dois mandatos consecutivos e prefeito por quatro vezes.
Paes tentará, nas eleições gerais deste ano, ser eleito governador do Rio de Janeiro. Ele disputou o mesmo cargo em 2018, mas sem êxito. Perdeu a eleição para Wilson Witzel.
O longo histórico de Paes com o poder já rendeu críticas por parte de Marinho. Na última semana, o pré-candidato do Novo destacou a relação de seu oponente com o ex-governador Sérgio Cabral, que soma mais de 400 anos de prisão, e com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Alternativa na direita
Eduardo Paes não será, contudo, o único alvo de André Marinho na campanha eleitoral. O deputado estadual Douglas Ruas é o pré-candidato do PL ao governo do Rio de Janeiro. Assim como Paes, Ruas tem histórico em cargos públicos — já foi secretário municipal em São Gonçalo (RJ) e secretário de Cidades do governo de Cláudio Castro.
Ruas representa justamente o grupo político de Castro, que em março foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico. Políticos trabalham com a possibilidade de prisão do ex-governador.
Dessa forma, o pré-candidato do Novo ao governo do Rio de Janeiro vai se apresentar como alternativa da direita. Para isso, inclusive, poderá dar palanque à candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República.
Leia também: “União à direita”, artigo de Rodrigo Constantino publicado na Edição 311 da Revista Oeste
E mais: “O poder e o voto”, por Alexandre Garcia





































Ele não é engraçado quando tenta ser, mas desonesto e sem qualquer capacidade mínima para governar um chiqueiro, sua candidatura é,sim, uma grande piada!
Só faltava essa…
É o filho do elemento que queria derrubar o Flávio Bolsonaro para assumir a vaga dele no senado? Não tem estatura moral nem para ser vereador, Me assusta o novo se ligar em algo tão rasteiro.
Sem urnas auditáveis só a fraude sai impune.