A Polícia Federal (PF) prendeu, nesta quinta-feira, 13, o ex-presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Alessandro Stefanutto. Além dele, outros oito suspeitos de envolvimento na fraude bilionária em aposentadorias e benefícios também foram presos.
São eles:
- Antônio Carlos Antunes Camilo, “Careca do INSS”;
- Vinícius Ramos da Cruz, presidente do Instituto Terra e Trabalho (ITT);
- Tiago Abraão Ferreira Lopes, diretor da Confederação Nacional dos Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais (Conafer), e irmão do presidente da entidade, Carlos Lopes;
- Cícero Marcelino de Souza Santos, empresário também ligado à Conafer;
- Samuel Chrisostomo do Bonfim Júnior, também ligado à Conafer;
- André Paulo Felix Fidelis, ex-diretor de Benefícios e relacionamento com o cidadão do INSS;
- Procurador Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Neto;
- Empresária Thaisa Hoffmann Jonasson;
Também foi expedido um mandado de prisão contra Carlos Roberto Ferreira Lopes, presidente da Conafer, mas ele não foi encontrado.
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As prisões fazem parte da quarta fase da Operação Sem Desconto, conduzida em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU). As investigações mostram que o grupo operava um esquema de descontos ilegais em benefícios pagos a aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024. O prejuízo estimado pode chegar a R$ 6,3 bilhões, segundo a PF.
Deputados e ex-ministro também são alvo da operação
Além das prisões, a PF cumpriu mandados de busca e apreensão contra o ex-ministro da Previdência Ahmed Mohamad (José Carlos) Oliveira, que deverá usar tornozeleira eletrônica. Também contra os deputados Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) e Edson Araújo (PSB-MA).
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Edson Araújo é vice-presidente da Confederação Brasileira dos Trabalhadores da Pesca e Aquicultura (CBPA), uma das entidades sob investigação. Em novembro, o deputado Duarte Jr. (PSB-MA) registrou boletim de ocorrência contra Araújo por suposta ameaça. Ahmed Mohamad, ex-ministro da Previdência entre março de 2022 e janeiro de 2023, mudou de nome depois de se converter ao islamismo.
Operação investiga fraudes no INSS
A operação cumpre 63 mandados de busca e medidas cautelares no Distrito Federal e em 14 Estados. Os investigados respondem por inserção de dados falsos, organização criminosa, estelionato previdenciário, corrupção e ocultação de patrimônio.
O esquema foi revelado em abril, quando a PF identificou descontos não autorizados em benefícios de aposentados. As associações envolvidas diziam oferecer serviços jurídicos e convênios, mas, segundo a investigação, não tinham estrutura.









































A investigação aponta que o esquema criminoso estava em “pleno funcionamento” no governo anterior, de Jair Bolsonaro (PL). Foram reunidos indícios de que José Carlos Oliveira recebeu propina para favorecer a Conafer. Ele foi Diretor de Benefícios do INSS e ministro do Trabalho e da Previdência Social na gestão Bolsonaro. Que vergonha!!! Que vergonha!!!!
E o
Maninho quando vai ser PRESO
Pergunta pro Bolsonaro
No irmão do LADRÃO ninguém põe a mão?
Tem prender quem estava no esquema e nao o vice presidente de um sindicato kkkkkkkkkkkk em pleno funcionamento no governo Bolsonaro.
O Brasil aguarda com ansiedade a prisão do picareta sênior, Lupi….
Mas só Bolsonarista no esquema