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Política

Alckmin comenta a alta do dólar: 'Do mesmo jeito que sobe, cai'

Declaração do vice-presidente ocorre em meio à alta histórica da moeda norte-americana, que ultrapassou os R$ 6

Alckmin, no entanto, minimizou as preocupações e afirmou que essas questões relacionadas ao dólar são transitórias | Marcelo Camargo/Agência Brasil
Alckmin, no entanto, minimizou as preocupações e afirmou que essas questões são transitórias | Marcelo Camargo/Agência Brasil

O vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, declarou, nesta terça-feira, 3, que a aprovação das medidas de corte de gastos pelo Congresso, ainda em dezembro, pode resultar em uma redução na taxa de câmbio. Com a aprovação das medidas voltadas para o cumprimento do arcabouço fiscal e o alcance de um déficit primário zero, o dólar pode se estabilizar em um nível mais baixo, o que beneficiaria a economia.

O governo enviou ao Congresso um pacote de medidas que pretende reduzir despesas no curto, médio e longo prazo. Essas medidas incluem, por exemplo, a isenção de imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais. Desde o anúncio do pacote, o dólar ultrapassou a marca de R$ 6, atingindo seu valor mais alto. Na última segunda-feira, o dólar comercial encerrou as negociações cotado a R$ 6,069, registrando um aumento de 1,13%.

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O pacote de medidas foi anunciado em 27 de novembro, mas não atendeu às expectativas do mercado financeiro. Alckmin, no entanto, minimizou as preocupações e afirmou que essas questões são transitórias. “O câmbio é flutuante: do mesmo jeito que sobe, cai”, disse o vice-presidente.

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Alckmin foi interpelado sobre a possível estratégia do futuro presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, de manter juros elevados por mais tempo. Em resposta, defendeu a política adotada pelos Estados Unidos, que exclui a variação de preços de alimentos e energia do cálculo da inflação.

Banco Central não vai segurar dólar “no peito”

Em evento promovido pela XP Investimentos, Gabriel Galípolo, atual diretor de Política Monetária do Banco Central (BC) e futuro presidente da autarquia, reafirmou que o BC não intervirá para segurar a cotação do dólar — mesmo depois de a moeda norte-americana atingir a marca histórica de R$ 6 nos últimos dias.

“O câmbio flutuante é um dos pilares da nossa matriz econômica”, afirmou Galípolo, ao destacar que a autoridade monetária só intervirá em casos de disfuncionalidade do mercado cambial. Ele explicou que, apesar de a cotação do dólar estar elevada, o BC continua sua política de atuação pontual, apenas quando necessário. “Seguimos atuando só quando há disfuncionalidade”, disse, ao afastar a ideia de uma intervenção contínua para conter a desvalorização da moeda.

Galípolo também comentou a possibilidade de uma atuação do BC no câmbio, em virtude de movimentos sazonais, especialmente no fim do ano. Ele explicou que, nesse período, é comum o envio de dividendos para o exterior, o que pode gerar uma pressão sobre a cotação do dólar. Embora o BC tenha reservas de cerca de R$ 370 bilhões, Galípolo é claro ao afirmar que a instituição não “segura o câmbio no peito”, em uma referência à ideia de que o BC não deve tentar controlar o mercado cambial de forma artificial.

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9 comentários
  1. julio bento da silva bento
    julio bento da silva bento

    Uma mistura de cahaça de baixa qualidade com chuchu. Que mer@a dará isso?

  2. RODRIGO DE SOUZA COSTA
    RODRIGO DE SOUZA COSTA

    O capacho esforçando para se rebaixar ainda mais, meu Deus! Como pode uma pessoa tão amoral.

  3. Gilson Herz
    Gilson Herz

    O picolé de chuchu está totalmente desmoralizado. Virou uma marionete do nove dedos. Jogou toda uma trajetória no lixo, pensando somente no poder. Pensou que o nome dedos iria para os quintos dos infernos logo, ainda tenho esperanças. Que os dois sigam para os quintos dos infernos o quanto antes.

  4. O BELFORROXENSE
    O BELFORROXENSE

    mas que “chuchu” é esse? Homem patético, serviçal de bandidos e inútil. Brazulea chegou!

  5. Daniel
    Daniel

    Que desgosto !! Quanta profundidade !! O Picolé já teve dias melhores !

  6. FLAVIO AUGUSTO ROSSI
    FLAVIO AUGUSTO ROSSI

    Essa ameba é a sabedoria em pessoa. Deve ter ligado pros amigos do Hesbollah pra trocar umas ideias.

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