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Política

Acordo entre aeronautas e empresas evita greve na aviação, diz ministro

Negociação mediada pelo TST encerra impasse e garante normalidade dos voos em período de alta demanda

Segundo governo, acordo garante normalidade nos aeroportos brasileiros | Foto: Daniel Basil/Gov Brasil/Wikipedia
Segundo governo, acordo garante normalidade nos aeroportos brasileiros | Foto: Daniel Basil/Gov Brasil/Wikipedia

Um acordo firmado entre o Sindicato Nacional dos Aeronautas e as companhias aéreas vai evitar uma greve na aviação brasileira, informou neste final de semana o ministro dos Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A possibilidade de paralisação vinha gerando preocupação no setor, sobretudo diante do aumento do fluxo de passageiros em datas de maior demanda.

Conforme o ministro, a negociação teve a mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST). Do mesmo modo, contou com o acompanhamento do Ministério de Portos e Aeroportos e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). O entendimento, de acordo com a pasta, assegura a normalidade das operações aéreas e preserva a segurança dos passageiros.

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Acordo põe fim a assembleia geral

A proposta de renovação da Convenção Coletiva de Trabalho para o período de 2025 a 2026 obteve aprovação dos aeronautas da aviação regular. Com isso, cancelou-se a assembleia geral extraordinária que poderia deflagrar uma greve a partir desta semana, encerrando o impasse entre trabalhadores e empresas.

Autoridades do governo destacaram que o diálogo entre as partes ocorreu de forma responsável e dentro do ambiente institucional, evitando impactos negativos para o setor aéreo e para a economia. A avaliação é de que a solução negociada traz previsibilidade às operações e reduz o risco de cancelamentos e atrasos em voos comerciais.

Leia também: “Viajando Lula da Silva”, reportagem publicada na Edição 302 da Revista Oeste

Nos bastidores, a possibilidade de greve mobilizou a atenção especial das companhias aéreas e de passageiros, em um cenário internacional marcado por paralisações em aeroportos e serviços ligados à aviação em outros países. No Brasil, o acordo evitou transtornos semelhantes.

Representantes das empresas ainda não divulgaram detalhes sobre os termos específicos do entendimento, mas o governo afirma que os pontos centrais das reivindicações foram contemplados dentro do equilíbrio possível entre custos operacionais e direitos trabalhistas.

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