O ex-prefeito de Salvador Antônio Carlos Magalhães Neto (União Brasil) confirmou que vai ser candidato ao governo da Bahia nas eleições de 2026. O anúncio de ACM Neto ocorreu durante encontro político com aliados e lideranças partidárias no interior do Estado. O evento marcou assim a sua entrada oficial na disputa pelo Palácio de Ondina.
Esta será a segunda tentativa de ACM Neto de comandar o Executivo baiano. Em 2022, ele chegou ao segundo turno. Contudo, perdeu para o atual governador, Jerônimo Rodrigues (PT). Desde então, manteve presença ativa no cenário político estadual, com agendas em diferentes regiões, diálogo com prefeitos e principalmente articulações para ampliar sua base de apoio.
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ACM Neto: enfrentamento à violência
No discurso, o ex-prefeito afirmou que pretende apresentar um projeto alternativo ao grupo político que governa a Bahia há quase duas décadas. Entre os principais eixos defendidos estão a melhoria da gestão pública, o estímulo ao desenvolvimento econômico, o enfrentamento da violência e a geração de empregos. ACM Neto também deixou claro que sua candidatura estará posicionada em oposição ao PT, tanto no plano estadual quanto no nacional.
A confirmação da candidatura repercutiu imediatamente entre aliados. Lideranças da oposição ao PT destacaram a experiência administrativa de ACM Neto, que comandou Salvador por dois mandatos, e o alto grau de conhecimento do eleitorado como trunfo para a disputa. A estratégia do grupo é consolidar, ao longo de 2025 e 2026, uma ampla aliança partidária capaz de enfrentar a base governista.
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Do lado do governo, dirigentes petistas reagiram com críticas, afirmando que a candidatura representa a retomada de um projeto político derrotado nas urnas recentes. O governador Jerônimo Rodrigues reafirmou a intenção de concorrer à reeleição e defendeu o legado das administrações do PT.
Com o anúncio, a corrida eleitoral pelo governo da Bahia começa a ganhar contornos mais claros. A tendência é de uma disputa polarizada, com a oposição buscando quebrar a hegemonia petista e o governo trabalhando para manter sua base e ampliar o apoio popular até 2026.
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