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Política

8% dos cursos avaliados pelo MEC têm qualidade insatisfatória

Apenas 2,5% tiveram a pontuação máxima, o que representa 212 cursos de excelência

Apenas 2,5% receberam a pontuação máxima, o que representa 212 cursos de excelência

MEC
Coletiva do MEC | Foto: Reprodução/YouTube

Levantamento do Ministério da Educação revela que 8% dos cursos de graduação no Brasil não atendem aos critérios mínimos de qualidade para continuar funcionando.

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Nesta quarta-feira, 9, foi divulgado o Conceito Preliminar de Curso (CPC) de 2019, elaborado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Leia mais: “Em SC, aulas presenciais são consideradas atividades essenciais na pandemia”

O índice avalia a qualidade dos cursos oferecidos por instituições públicas e privadas e é calculado com base em vários outros indicadores, como o Enade, Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes.

O CPC vai de 1 a 5, em que 1 é o conceito mínimo, e 5, o máximo. Quem obtém 1 ou 2 é automaticamente incluído no cronograma de visitas dos avaliadores do Inep e pode até ser descredenciado.

Ao todo, 49,3% dos cursos oferecidos no Brasil obtiveram conceito 3, ou seja, atendem aos critérios mínimos de qualidade para continuar funcionando; 39% ficaram com nota 4, e apenas 2,5% receberam a pontuação máxima, o que representa 212 cursos de excelência.

Em 2019, o MEC calculou o CPC dos cursos de ciências agrárias, ciências da saúde, engenharias, arquitetura e urbanismo; e dos cursos tecnológicos de ambiente e saúde, produção alimentícia, recursos naturais, área militar e segurança.

Em entrevista coletiva, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, destacou a importância de conhecer, em um contexto de pandemia, os resultados dos cursos da área de saúde.

“O investimento em educação superior é imperativo para o desenvolvimento científico, para a propulsão da inovação e a empregabilidade”, acrescentou o ministro.

Na avaliação do presidente do Inep, Alexandre Lopes, os resultados do CPC foram satisfatórios.

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1 comentário
  1. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Disse quase tudo. E este “quase tudo” já é de conhecimento geral, portanto uma informação inútil. A grande informação que estava em expectativa ao ler a reportagem, era a classificação de cada curso por área de atuação, mas para minha decepção nada disso aconteceu.

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