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No Ponto

Procuradoria do Pará endossa performance 'bate-cabelo' realizada por artista trans

Instituição manifestou ainda repúdio 'aos ataques transfóbicos' contra a pessoa que executou a coreografia durante seminário em Belém

Pessoa trans realiza performance durante seminário na Procuraria da República no Pará - 22/11/2024 | Foto: Reprodução

A Procuradoria da República do Pará saiu em defesa de uma pessoa trans que executou a performance “bate-cabelo” durante um evento sobre “empregabilidade” que ocorreu na instituição na sexta-feira 22.

Em resposta à coluna, a Procuradoria manifestou seu “veemente repúdio aos atos de transfobia dirigidos à artista” que realizou a coreografia na abertura da cerimônia.

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“Não há espaço para o discurso de ódio em nossa sociedade”, ressaltou a Procuradoria. “A luta contra a transfobia é também a luta por uma sociedade mais igualitária e inclusiva, onde todas as pessoas possam exercer livremente suas expressões artísticas, culturais e de identidade sem medo de represálias ou violência.”

Em um vídeo que viralizou nas redes sociais, é possível ver a pessoa trans vestida de rosa balançando a cabeça e os cabelos. “A Procuradoria da República no Pará cumprimenta a artista pela performance realizada”, disse a instituição.

Leia nota completa sobre a pessoa trans no Pará

“O Ministério Público Federal no Pará manifesta, publicamente, seu veemente repúdio aos atos de transfobia dirigidos à artista que realizou a performance de abertura do I Seminário Diagnóstico de empregabilidade trans na região metropolitana de Belém, no auditório da Procuradoria da República no Pará.

Não há espaço para o discurso de ódio em nossa sociedade. A luta contra a transfobia é também a luta por uma sociedade mais igualitária e inclusiva, onde todas as pessoas possam exercer livremente suas expressões artísticas, culturais e de identidade sem medo de represálias ou violência.

A Procuradoria da República no Pará cumprimenta a artista pela performance realizada e informa que adotará, no cumprimento de suas atribuições institucionais, todas as medidas cabíveis para a apuração e responsabilização dos responsáveis por atos de transfobia relacionados à referida performance”.

Leia também: “Prerrogativas violadas”, reportagem publicada na Edição 244 da Revista Oeste


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8 comentários
  1. FRANCISCO FERREIRA
    FRANCISCO FERREIRA

    Honestamente a minha capacidade de adaptação a essas coisas chegou no limite. A tentativa de imposição de valores que não condizem com a esmerada educação que meus pais me deram, que transmiti à minha filha e que está sendo transmitida à minha neta.

  2. carla moraes
    carla moraes

    A questão é que poderia ser qualquer ser, digo mulher ou homem dançando dessa maneira, a verdade é que não existe arte nisso, é horrível , sem nenhuma harmonia, ritmo ou beleza. Isso é o que a turma da esquerda chamava de Kitsch nos anos 80. Tudo pago com o dinheiro publico. está na hora de rever valores e exigir qualidade no que é gasto com dinheiro do pagador de impostos. Quem contrata esse horror deveria contratar esse tipo de arte para a festa que faz em sua casa ou no churrasco com a família.

  3. Ronaldo Assis
    Ronaldo Assis

    Eu queria ver esses procuradores, advogados e militantes trabalharem todos os dias com essas pessoas trans. Pessoas sem limites e sem controle.
    É fácil ficar defendendo de longe esse público.
    Eles adoram falar de igualdade na sociedade. Deveriam começar diminuindo os salários, aí sim teríamos uma sociedade mais igual. Bando de hipócritas e mentirosos!!
    É capaz que esses procuradores e promotores devem no final desses eventos comer…. o tal trans.

  4. gilson roberto cardoso de oliveira
    gilson roberto cardoso de oliveira

    Segundo a novilingua deixar de aplaudir, elogiar e concordar e transfobia. Desconfio que brevemente prender um trans que tenha assaltado um banco tambem poderar ser considerado preconceituoso.

  5. Flavio Martins Viana
    Flavio Martins Viana

    Tudo isso com dinheiro público. PROCURADORA paga do seu bolso, quero ver.

  6. Roberval Damasceno
    Roberval Damasceno

    Um espetáculo para boates , não num tribunal!

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