O relator da anistia, rebatizado de Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), suspendeu todas as agendas desta quarta-feira, 1º, em razão de uma emergência de saúde familiar. O parlamentar retornou a São Paulo e só deve retomar as articulações em Brasília na próxima semana.
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A decisão acabou afetando diretamente uma das reuniões mais aguardadas do dia: às 11h, Paulinho receberia, em sua residência na capital federal, familiares de presos do 8 de janeiro que pedem anistia ampla, geral e irrestrita. Também estava previsto para a tarde um encontro com a liderança do Partido Novo.

Flávio Bolsonaro entra na negociação da anistia
O cancelamento da agenda do deputado ocorre no dia seguinte a uma intensa rodada de negociações. Na noite de terça-feira 30, Paulinho da Força esteve no gabinete do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para debater a anistia. O encontro, porém, terminou sem acordo.
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Segundo Flávio, o relator tentou um convencimento para a redução das penas em vez do perdão irrestrito: “Não conseguiu”. “A única coisa que pode pacificar o país e fazer Justiça é anistia”, disse o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. “Porque essas pessoas estão respondendo por crimes que não cometeram.”

O senador ressaltou que a oposição vai apresentar emendas para modificar o texto relatado por Paulinho. Oeste já revelou que os parlamentares podem apresentar destaques para modificar o texto, ou até mesmo apresentar um substitutivo.
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“Faremos emendas que possam trazer um relatório que nos atenda”, destacou Flávio. “É assim que faz política. Se não tiver consenso, iremos para o voto, e a maioria decide o que é melhor.”
Reuniões com partidos
Antes da conversa com o filho de Bolsonaro, Paulinho da Força também esteve com o presidente e o vice-presidente do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto e Márcio Alvino, respectivamente. O líder da legenda na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), também participou do encontro.

Depois da reunião, Sóstenes também disse que não houve consenso da legenda e Paulinho da Força. “Vamos continuar insistindo que não cabe, neste caso, a redução de penas.”
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“Uma redução de pena não resolve o problema, porque as pessoas já pagaram um sexto dessas penas”, argumentou Sóstenes. “O que cabe, neste caso, é a anistia, mas nós jamais nos fecharemos ao diálogo.”
Paulinho, por sua vez, tenta construir uma saída de consenso para o Partido Liberal, mas admite que o tema continua sensível. “É natural que haja resistência”, disse o relator do PL da Dosimetria. “Estamos conversando com todos os lados para tentar viabilizar uma proposta equilibrada.”
Leia também: “O sistema não quer a anistia”, reportagem de Silvio Navarro publicada na Edição 289 da Revista Oeste
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Quem tem problemas familiares são os presos de 8/1. Uma pena que tenha coincidido com os dele. Estava tão ansioso e acabou não dando certo .
O cara da desarmonizacao facial, e dos crimes ocultos por Alexandre o Grande, o da Lei Magnitsky.
Já tá ficando doente…. acho que tem que adiara mesmo, pois terão que pedir anistia para o stf para o Trump.
Certamente daqui a uns 15 anos, quando termina a pena de 17 anos dos reféns, os deputados devem chegar a algum consenso.
Os problemas de saúde é conversa para boi dormir, esse cafajeste é pau mandado de Moraes.
Nada de novo no front ! Apenas o tempo passa . É disso q se trata . E assim eles fogem de tudo , como sempre ! Será q teremos solução para esse grande e fundamental problema q foi criado para o Brasil?
Maldito desgracado o inferno lhe aguarda
Cancelou as reuniões da anistia, como Alexandre de Moraes anulou seus crimes. Missão dada missão comprida.🤪