Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue peça central nas articulações políticas para 2026. Segundo líderes partidários do centrão, chegou a hora de o governador de São Paulo anunciar a candidatura à Presidência da República.
Entre os mais entusiasmados com a ideia estão Antonio Rueda, presidente do União Brasil, e o ex-ministro Ciro Nogueira (PP). O centrão acredita que a queda na popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o apoio dos brasileiros à recente megaoperação policial no Rio de Janeiro criaram um ambiente propício para a direita voltar a protagonizar o debate público. É por isso que, a partir de agora, Tarcísio começará a intensificar o discurso de combate ao crime organizado. Nesta quinta-feira, 6, o governador estará ao lado do secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, e do ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) Rodrigo Pimentel para uma entrevista no Flow Podcast.
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Tarcísio aguarda o chamado de Bolsonaro
Apesar da pressão, Tarcísio aguarda o chamado definitivo de Jair Bolsonaro. O ex-presidente, segundo interlocutores ouvidos por Oeste, segue considerando o governador paulista como seu sucessor natural.
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Aliados de Tarcísio garantem que o governador aceitaria a missão apenas se fosse encomendada pessoalmente por Bolsonaro. Esse gesto simbolizaria uma transferência de legitimidade dentro do bolsonarismo — algo que o governador paulista não pretende precipitar.
As peças do tabuleiro
Enquanto Tarcísio aguarda o sinal verde de Bolsonaro, as articulações em Brasília avançam. A desistência de Ratinho Jr. de concorrer ao Planalto, pressionado pelo pai, o apresentador e empresário Carlos Massa, abriu espaço para novos arranjos políticos. Ratinho Jr. não deve ser mais cabeça de chapa na disputa pelo Planalto, mas não descarta ser vice de Tarcísio — uma ideia que, segundo aliados do governador paranaense, o agrada.
Ciro Nogueira também possui a ambição de ocupar a Vice-Presidência, em eventual parceria com Tarcísio. Já a senadora e ex-ministra da Agricultura Tereza Cristina (PP) surge como alternativa do centrão, por ser capaz de dialogar com o agronegócio e dar um tom moderado à chapa.
Outro nome recorrente é o do senador Flávio Bolsonaro (PL), que carrega o peso do sobrenome e mantém relações saudáveis com os Três Poderes. Sua presença, avaliam aliados, garantiria identidade com o eleitorado raiz de Bolsonaro sem afastar os setores moderados. Outro integrante da família, Eduardo Bolsonaro garante que disputará a Presidência da República em 2026. O PL, contudo, o vê como peça fundamental no Senado por São Paulo.
Cláudio Castro, o dissidente discreto
Um ponto de atenção no entorno de Bolsonaro é o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, também do PL. Embora filiado ao mesmo partido, Castro tenta se desvincular da imagem de Bolsonaro desde 2022, quando se recusou a seguir a estratégia do ex-presidente de declarar a TV Globo como “inimiga”.
De lá para cá, a relação entre ambos é meramente institucional. Em 28 de outubro deste ano, Castro chegou a ligar para a ex-presidente do PT e ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, para assegurar que não pretendia atacar o governo Lula. Horas antes, o governador havia criticado a falta de apoio federal à megaoperação contra o Comando Vermelho. O gesto de conciliação foi malvisto por bolsonaristas, que o veem cada vez mais distante da base ideológica do PL.
A coluna No Ponto analisa e traz informações diárias sobre tudo o que acontece nos bastidores do poder no Brasil e que podem influenciar nos rumos da política e da economia. Para envio de sugestões de pautas e reportagens, entre em contato com a nossa equipe pelo e-mail [email protected].







































Lembrando: o Centrão tem poder, mas não tem legitimidade. O Centrão se compõe de deputados com poucos votos, eleitos pela confusa regra partidária.
Não é hora de trocar o certo pelo duvidoso: é certo que Tarcísio se reelege em São Paulo, a despeito de sua pecha de Pedágio de Freitas.
Aventurar-se a presidência é devolver São Paulo aos tucanopetistas. É isso o que o Centrão quer: ganhar em qualquer situação.
Se Ratinho Jr. desistiu, a hora agora é do ZEMA! Ele já ganha em Minas! Zema é o nome mais forte pra tirar essa corja do PT, neste momento!
Que Deus ilumine Bolsonaro e dissuada o Tarcísio de dividir a Direita, concorrendo com Zema.
Concordo com o Francisco Ferreira: melhor seria o Tarcísio buscar a reeleição para Governado de São Paulo no próximo ano.
Sou da opinião que ainda não é hora do Tarcísio buscar a presidência, mesmo com sinal verde. Para consolidar sua boa imagem deve buscar a reeleição ao governo estadual e deixar o povo se matar pelo planalto central até porque entendemos que o pleito à cadeira da presidência não se mostra com a necessária lisura. Pelo menos não ainda.
O problema nao é o Tarcísio….e justamente o Centrão que respira esse horror do sistema.
Bolsonaro e Lula são farinhas do mesmo saco. E sabem como ninguém produzir idiotas.
ROBOZINHO…
Essa é a hora de mostrar que é pau ferro ou borracha !
Vai lá TRAÍRAR vai! Faz igual ao Maldito Sergio Moro e Gen Melancia Mourão vai!
Os bolsonaristas são o verso da moeda petistas. São formados pela mesma ausência de cérebro. Um só existe por causa do outro.
Pobre país.
Idiota petista na área !
O mais provável que sejam os meninos robóticos do Sidonio !