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Venezuela: ONGs e partidos denunciam prisão de opositora da ditadura

Rocío San Miguel foi detida antes de embarcar para o exterior

Rocío San Miguel tem 57 anos | Foto: Reprodução/Twitter

Rocío San Miguel, advogada, ativista, especialista em questões militares e opositora da ditadura de Nicolás Maduro, foi presa na Venezuela antes de embarcar para o exterior. 

O caso foi denunciado por organizações não governamentais (ONGs) de direitos humanos e por políticos de oposição neste fim de semana. Há poucas semanas, 36 pessoas foram presas acusadas de criar cinco planos para assassinar Maduro.

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A captura de outras 11 foi ordenada pela Procuradoria-Geral da República venezuelana, um grupo que inclui desde ativistas de direitos humanos a jornalistas e militares em exílio.

Rocío San Miguel ganhou caso contra a Venezuela em 2018

Assim que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) organizar o pleito, as eleições devem ser feitas na Venezuela | Foto: Reprodução/YouTube/Nicolás Maduro

A ditadura ainda não fez comunicado oficial sobre o caso de Rocío, segundo o jornal O Globo. Os relatos iniciais dos ativistas informaram que a prisão de Rocío ocorreu na última sexta-feira, 9, no aeroporto de Simón Bolívar, em Maiquetía, Estado de Vargas. 

Tarek William Saab, procurador-geral da ditadura de Maduro, foi quem fez o anúncio da neutralização de cinco “conspirações” de assassinato contra o ditador. Uma das conspirações seria a da “Braçadeira Branca”, na qual Rocío San Miguel é acusada de estar supostamente envolvida.

Segundo as autoridades da Venezuela, o plano seria atacar uma base militar em Táchira, na fronteira com a Colômbia, para tomar armas e assassinar líderes chavistas.

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Nicolás Maduro está frequentemente denunciando casos de supostas conspirações para matá-lo. A prisão de Rocío se desdobrou em uma onda de manifestações de instituições civis e partidos políticos.

Desde 2012, Rocío e sua filha têm medidas cautelares da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) por terem sofrido ataques e assédio. A advogada de 57 anos é presidente da ONG venezuelana Social Watch, e em 2018 ganhou um caso contra a Venezuela por violação dos direitos políticos e de expressão.

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4 comentários
  1. Christian
    Christian

    Aqui, querem prender po um suposto “assédio a uma Baleia”.
    Igualzinho à Venezuela…

  2. MARCO ANTONIO CARDOSO VILARINHO
    MARCO ANTONIO CARDOSO VILARINHO

    Aqui também acontece coisa parecida. Outro dia um certo magistrado acusou um monte de gente de quererem arrastá-lo pelos cabelos, em praça pública, para depois enforcá-lo num mastro de bandeira????

  3. Serguey Petrovitch
    Serguey Petrovitch

    Resulta muito difícil ganhar de um ditador, força para vocês,, se organizemao máximo!

  4. Paulo Roberto Paulino Vilar
    Paulo Roberto Paulino Vilar

    Algo não muito diferente do que está acontecendo no Brasil.

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