Caracas, a capital da Venezuela, foi atingida por uma série de explosões por volta das 2h madrugada (3h em Brasília) deste sábado, 3. Vídeos mostram aviões e helicópteros em voo sobre a cidade no momento dos ataques. A ditadura de Nicolás Maduro afirmou que é uma ação dos Estados Unidos e decretou estado de emergência.
A Casa Branca ainda não se pronunciou oficialmente. A Reuters informou que um funcionário do governo norte-americano confirmou os ataques, mas sob anonimato. Ao The Wall Street Journal um oficial também confirmou a operação, mas se recusou a comentar sobre alvos específicos e disse que a Casa Branca deverá divulgar um comunicado assim que as forças americanas deixarem o espaço aéreo da Venezuela. A agência aeroportuária dos EUA proibiu o sobrevoo de aeronaves comerciais do país no espaço aéreo da venezuelano.
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Países da América Latina recorreram à Organização das Nações Unidas e pediram uma reunião de emergência. Ainda não há informações sobre feridos ou danos.
A imprensa internacional afirma que os ataques começaram pouco antes das 2h da madrugada. A CNN en Español informou que uma testemunhou diversas explosões na madrugada em Caracas e relatou que algumas áreas da cidade estavam sem energia elétrica.
Vídeos gravados por moradores mostraram pelo menos seis explosões enormes com colunas de fumaça preta subindo sobre as explosões nos arredores de Caracas, pouco antes das 2h da manhã, horário local. Houve relatos de quedas de energia.
A reação de Maduro
A ditadura da Venezuela afirmou que, além de Caracas, os Estados costeiros de Miranda, Aragua e La Guaira também foram atingidos. A Venezuela ordenou uma mobilização geral de todas as forças sociais e políticas do país para combater o que classificou como um ataque imperialista.
O ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yvan Gil, disse que as explosões são uma “agressão militar perpetrada pelo governo dos Estados Unidos” e as considerou como uma violação da soberania e da Carta das Nações Unidas. “O objetivo deste ataque não é outro senão o de se apoderar dos recursos estratégicos da Venezuela, particularmente seu petróleo e minerais, numa tentativa de quebrar à força a independência política do país”, afirmou ele em uma publicação no Telegram.
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou repetidamente que os EUA estavam se preparando para tomar novas medidas contra redes de narcotráfico que operam na Venezuela e disse que ataques terrestres começariam “em breve”.
Repercussão
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, desafeto de Trump, pediu às Nações Unidas uma reunião “imediatamente”. “Eles estão bombardeando Caracas neste momento. Alertem o mundo, eles atacaram a Venezuela”, escreveu Petro no X, pouco depois das 2h da manhã, horário local da Colômbia. “Eles estão bombardeando com mísseis. A OEA (Organização dos Estados Americanos) e a ONU (Organização das Nações Unidas) devem se reunir imediatamente.”
O ditador de Cuba, Miguel Díaz-Canel, chamou as explosões de “ataque criminoso dos EUA contra a Venezuela” e pediu uma reação da comunidade internacional. Ele acrescentou que a região estava sendo “brutalmente atacada” pelo “terrorismo de Estado”.
Viva a liberdade! Obrigado Mr. Trump! Um presidente de verdade!
“Terrorismo de Estado”! Esses comunistas dizem aquilo que praticam, definitivamente!!
Extente até Brasilia e acaba com 80% dos ladrões do povo. Com estes melancias do Brasil vão mijar as calças.
Alias basta destruir 2, luladrão e morais.
Agora correm para OEA,depois de meses enrolando pra acabar com ditadura que mata e rouba cidadãos