A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou neste sábado, 3, apoio ao povo venezuelano diante da ofensiva militar dos Estados Unidos. Em publicação na plataforma X, ela afirmou que acompanha com atenção os desdobramentos da operação e defendeu uma transição democrática no país.
“Manifestamos nossa solidariedade ao povo venezuelano e apoiamos uma transição pacífica e democrática” afirmou. “Qualquer solução deve respeitar o direito internacional e a Carta da ONU.”
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Von der Leyen informou que mantém contato com os Estados-Membros da União Europeia para garantir assistência plena aos cidadãos do bloco. Segundo ela, europeus na região “podem contar com o apoio total” dos governos nacionais.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a captura de do ditador Nicolás Maduro e de sua mulher, Cilia Flores, em uma operação de grande escala realizada durante a madrugada.
Segundo Pam Bondi, procuradora-geral dos EUA, Maduro e Flores devem passar por julgamento em solo norte-americano. Ela afirma que o casal foi indiciado no Distrito de Nova York por diversos crimes. Entre eles, estão conspiração para narcoterrorismo e para importação de cocaína, além de posse de metralhadores e explosivos contra os EUA.
Captura de Maduro divide comunidade internacional
Antes da prisão, Maduro constava na lista de procurados dos EUA com uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levasse à sua captura. A operação deste sábado teve como finalidade cumprir mandados de prisão pendentes contra autoridades ligadas ao narcotráfico.
A ação provocou reações imediatas. Países alinhados ao regime, como Rússia, Cuba e Irã, classificaram a ofensiva como um ato de agressão armada e um ataque criminoso.
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Em sentido oposto, o presidente da Argentina, Javier Milei, celebrou a prisão do ditador com uma mensagem direta: “A liberdade avança”. No Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva convocou uma reunião de emergência no Itamaraty para avaliar as implicações regionais.






































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