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Trump volta a criticar Suprema Corte dos EUA

Presidente norte-americano disse que decisão do Judiciário sobre tarifas é contraditória

Donald Trump discursa em Detroit | Foto: White House/Divulgação
Donald Trump, presidente dos EUA | Foto: Divulgação/White House

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a afirmar que a decisão da Suprema Corte que derrubou suas tarifas globais acabou ampliando seus poderes para agir na área comercial.

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Em publicação na Truth Social, o republicano escreveu que a Suprema Corte lhe deu “muito mais poderes e força” do que tinha antes da decisão, classificada por ele como “ridícula, estúpida e altamente divisiva no cenário internacional”.

Post de ?Trump - 23/2/2026 | Foto: Reprodução/Truth Social
Post de ?Trump – 23/2/2026 | Foto: Reprodução/Truth Social

Segundo o presidente, que usou letras maiúsculas em alguns trechos, ele poderá recorrer a licenças para fazer coisas “absolutamente terríveis” contra países estrangeiros, especialmente os que “vêm NOS PASSANDO PARA TRÁS há muitas décadas”.

Trump criticou o fato de, segundo ele, não poder cobrar taxas associadas a essas autorizações. “MAS TODAS AS LICENÇAS COBRAM TAXAS; por que os Estados Unidos não podem fazê-lo? Você concede uma licença para cobrar uma taxa!”, escreveu.

+ Trump chama decisão da Suprema Corte de ‘desgraça’ e anuncia nova taxação

O republicano também afirmou que a Corte “aprovou todas as outras tarifas, que são muitas”, e que elas poderão ser usadas de maneira “muito mais poderosa e irritante, com segurança jurídica”, em comparação às medidas baseadas na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA), invalidadas por 6 votos a 3.

A decisão da Suprema Corte concluiu que a IEEPA não autoriza o presidente a impor tarifas, reforçando que a Constituição atribui ao Congresso o poder de instituir tributos. O julgamento colocou em xeque mais de US$ 133 bilhões já arrecadados com as medidas.

Na publicação, Trump voltou a criticar o tribunal e mencionou a 14ª Emenda, adotada depois da Guerra Civil e que garante cidadania a todas as pessoas nascidas ou naturalizadas nos Estados Unidos, além de assegurar igualdade de proteção das leis. Ele afirmou que a emenda foi escrita para proteger os “bebês de escravos” e que isso estaria comprovado pelo “MOMENTO EXATO” de sua elaboração, apresentação e ratificação, que “coincidiu perfeitamente com o FIM DA GUERRA CIVIL”.

Segundo Trump, a Corte ainda poderá decidir “a favor da China” em temas como cidadania por nascimento, sem dar detalhes. “Deixem que nossa suprema corte continue tomando decisões tão ruins e prejudiciais ao futuro da nossa Nação — eu tenho um trabalho a fazer”, concluiu.

O discurso de Trump foi o mais longo desde 1964.


Redação Oeste, com informações do Estadão Conteúdo

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1 comentário
  1. COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA
    COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA

    ESTE REALMENTE ÉUM PRESIDENTE QUE LUTA CONTRA UMA SUPREMA CORTE QUE TIRA PODERES DE QUEM REPRESENTA O POVO ATRAVES DO VOTO DO POVO.

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