O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ironizou os ambientalistas e os participantes da COP30, a conferência de meio ambiente das Nações Unidas, que começa oficialmente nesta segunda-feira, 10, em Belém, capital do Pará. O governo dos EUA não participará do evento.
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Em uma postagem na Truth Social, Trump citou o caso da devastação da Floresta Amazônica para a construção de uma avenida em Belém. A obra tem 13 km e atravessa áreas de floresta e comunidades tradicionais.
O Ministério Público e órgãos ambientais contestaram a obra, que ganhou destaque na mídia internacional, como a BBC e a Fox. A emissora norte-americana, por exemplo, fez uma reportagem com o título “Milhares de hectares da Floresta Amazônica foram desmatados para a construção de uma rodovia para a cúpula do clima no Brasil“, publicada em 13 de março. O print foi compartilhado por Trump ao falar do “escândalo” da devastação para a COP30.
“Eles devastaram a Floresta Amazônica do Brasil para construir uma rodovia de quatro faixas para ambientalistas. Isso virou um grande escândalo!”, escreveu Trump.

Protestos locais contra avenida em Belém
Anunciada em 2020, a Avenida da Liberdade ganhou impulso depois da escolha de Belém como sede da COP30. A estrada, que conecta regiões da capital paraense, tem sido alvo de protestos de ambientalistas e entidades civis desde o início das intervenções. Em março, a BBC relatou riscos a fauna, flora e populações tradicionais na área do projeto.
Em resposta às críticas, o governo do Pará declarou que as comunidades locais recebem “infraestrutura e serviços” e que a finalidade da avenida é aprimorar a mobilidade urbana, sobretudo durante a conferência internacional. Apesar disso, a polêmica permanece em torno dos impactos ambientais e sociais da obra.
No cenário internacional, as críticas dos EUA à COP30 não se limitaram a Trump. O secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, classificou o evento como “prejudicial e equivocado” e afirmou à Associated Press que “é essencialmente uma farsa”, e “não é uma organização honesta em busca de melhorar a vida humana”.
Reação de Helder Barbalho
O governador do Pará, Helder Barbalho, a exemplo do que já fez Lula, respondeu à crítica com um convite para Trump experimentar um prato típico. “Ainda dá tempo de passar na COP30, presidente Trump. Esperamos você com um tacacá. É melhor agir do que postar”, postou Barbalho no X.
No texto, o governador do Pará também tentou dar uma “lição ambiental” a Trump e elogiou a si próprio pela contribuição na “redução histórica no desmatamento da Amazônia”, sem mencionar os recordes de incêndios na região nos últimos anos.






































Pior é a empáfia do Jader e a omissão de dados oficiais…
Imagem mundial dos esquerdopatas caviar !
Quando for investigado será mais um petrolão…. a marca indelével da corrupção !
Quem preserva as matas e a floresta é o agronegócio. O governo quer é DINHEIRO. Só gente muito inocente acha que o PT se preocupa de verdade com outra coisa que não seja dinheiro e poder!
Essa COP30 não era pra existir, ninguém sabe de nada sobre clima, as afirmações estapafúrdias é da Nova Ordem Mundial, são os Metacapitalistas impondo o engessamento do Brasil da biodiversidade e terras raras ser deles. E o governo incompetente e ladrão é prato cheio
Trump tem razão.Sao empresas de organização de festas sem compromisso com nada ,exceto dinheiro ,muito dinheiro
É só examinar os contratos feitos desde venda de salgados à hospedagem. Muitos graúdos por trás.