Um tiroteio deixou ao menos dois mortos e 14 feridos na madrugada deste domingo, 1º, em Austin, no Estado do Texas, nos Estados Unidos. As autoridades investigam se o ataque tem ligação com terrorismo, hipótese levantada pelo Escritório Federal de Investigação (FBI) diante de indícios encontrados com o atirador.
O autor do ataque morreu em troca de tiros com policiais no local. Três vítimas permanecem em estado crítico, segundo a polícia. O episódio ocorreu na região da West 6th Street, área conhecida pela concentração de bares, casas de shows e food trucks. O alvo foi o bar Buford’s, um dos mais populares da região.
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De acordo com a chefe de polícia de Austin, Lisa Davis, o suspeito passou de carro diversas vezes ao redor do quarteirão onde fica o bar. Em determinado momento, acionou o pisca-alerta, abaixou o vidro e disparou com uma pistola contra frequentadores que estavam no pátio e em frente ao local.
Em seguida, estacionou o veículo, desceu e voltou a atirar contra pedestres que caminhavam pela rua. Policiais que já estavam na área reagiram e o balearam fatalmente em um cruzamento próximo.
Atirador de ataque no Texas era defensor do Irã, segundo o FBI
O atirador foi identificado como Ndiaga Diagne, cidadão norte-americano naturalizado, nascido no Senegal, conforme o mesmo informe. As forças de segurança não divulgaram oficialmente o nome nem confirmaram a motivação.
Ainda assim, o agente especial interino responsável pelo escritório do FBI em San Antonio Alex Doran declarou que “havia indicadores no indivíduo e em seu veículo que apontam para um possível nexo com terrorismo”.

Segundo atualização interna do Centro Nacional de Contraterrorismo dos EUA obtida pela agência Reuters, o suspeito tinha histórico de problemas de saúde mental. Uma autoridade afirmou que ele vestia uma camisa com a bandeira do Irã e a palavra “Iran” estampada nas cores verde, branco e vermelho.
Também usava um moletom com a inscrição “Propriedade de Allah”.
As autoridades apuram se o ataque pode ter sido motivado pelo bombardeio conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã. A Força-Tarefa Conjunta de Combate ao Terrorismo do FBI atua em parceria com o Departamento de Polícia de Austin, com apoio de equipes federais de perícia e forense digital.
O presidente Donald Trump foi informado sobre o caso, segundo a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
Este foi o 56º ataque a tiros em massa registrado nos Estados Unidos neste ano — e o que deixou mais vítimas até o momento —, de acordo com o levantamento da organização Gun Violence Archive, que considera como tiroteio em massa ocorrências com ao menos quatro pessoas feridas ou mortas, excluído o atirador.
Em 2025, o país contabilizou 407 casos desse tipo, segundo a entidade.






































É inacreditável como esses paizinhos do ocidente….ficam cheio de frescuras com imigrantes brasileiros para a Itália, Espanha ou Portugal, mas aceitam essa escória que sempre…sempre..odiaram o modo ocidental em algum momento de suas perversidades de vida.
Os EUA também…cheio de frescuras com hispânicos AL…mas uns otarios com esses povos da África islâmica e oriente médio.
Síndrome de Estocolmo !
Assassinos ! Movidos a ódio !
Assassinos ! Movidos a ódio !