O jornal The Times, de Londres, entrevistou ex-prisioneiros políticos iranianos que testemunharam a ação de Ebrahim Raisi, eleito o próximo presidente do país, quando ele era um jovem promotor nos anos 1980. Segundo as testemunhas, Raisi coordenou “surras, apedrejamentos e estupros e execuções e, morte de prisioneiros por enforcamento ou os atirando de precipícios”. Ele fazia parte das “comissões da morte” chefiadas pelo aiatolá Khomeyni em 1988, que mataram pelo menos 5 mil prisioneiros. Raisi já foi citado como possível réu por crimes contra a humanidade.
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Uma das testemunhas, Farideh Goudarzi, contou que foi aprisionada por seis anos, chicoteada com cabos elétricos na semana final da gravidez e forçada a ter o filho na prisão. Ibrahim Raisi tinha apenas 23 na época. Na sua primeira coletiva como presidente eleito ele declarou que tudo o que fez foi “na direção de defender os direitos humanos”.






































psicopata!
Novidade nenhuma. Essa gente usa o nome de Deus em vão. São todos criminosos.