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Suspeito de envolvimento no assassinato de Fernando Villavicencio é morto

Polícia prendeu ainda outras seis pessoas

fernando villavicencio
O então deputado Fernando Villavicencio, durante uma sessão no Parlamento do Equador - 08/12/2021 | Foto: Christian Medina/Assemblea Nacional

Durante uma troca de tiros, a polícia do Equador matou um dos suspeitos de envolvimento no assassinato de Fernando Villavicencio, candidato a presidente daquele país, na noite da quarta-feira 9.

Leia também: “Lula, a Venezuela e a vida real”

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Criminosos dispararam contra Villavicencio depois de ele sair de um evento político, na capital, Quito. Atingido na cabeça, não resistiu aos ferimentos. Outras nove pessoas ficaram feridas.

De acordo com o Ministério Público do Equador, agentes prenderam seis homens, por suspeita de participação no crime. Em um dos imóveis, encontraram ainda armas e granadas.

“O crime organizado chegou muito longe, mas o peso da lei vai cair neles”, disse o presidente do Equador, Guillermo Lasso.

Quem era Fernando Villavicencio

Jornalista de 59 anos, Villavicencio ficou conhecido por revelar um escândalo de corrupção que atingiu em cheio o então presidente do país, Rafael Corrêa, membro do Foro de São Paulo. Em virtude dessa reportagem, a Justiça do país condenou Villavicencio a quase 20 anos de prisão. O jornalista, contudo, optou pelo exílio, no Peru.

Líder sindical durante um tempo, Villavicencio chegou a ser membro da Assembleia Nacional, entre 2021 e 2023. Ele se declarava defensor das causas sociais indígenas e dos trabalhadores.

As eleições no Equador estão marcadas para o dia 20 de agosto. Segundo pesquisa de intenção de voto publicada pelo jornal El Universo, na terça-feira 8, Villavicencio aparecia em quinto lugar.

Leia também: “América vermelha”, reportagem publicada na Edição 92 da Revista Oeste

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3 comentários
  1. Serafim Dos A. Castro Neto
    Serafim Dos A. Castro Neto

    O mesmo q tentaram fazer com Bolsonaro em 2018. O playbook é o mesmo. Isso é a esquerda associada aos narcoterroristas q não admitem perder o poder na América Latina. Para isso eles compram o sistema, se infiltram em instituições públicas e até matam os adversários. Lá o atirador já foi devidamente executado seguindo os capítulos de um livro conhecido. Aqui correram para chamar o fulano esfaqueador de louco mental e imputável.

  2. Luiz Antônio Alves
    Luiz Antônio Alves

    América Latrina. As pserseguições políticas, máfias e casrtéis da droga, corrupção e ditaduras do judiciário são fermento para vilência extrema. Aqui no Brasil o ato antidemocrático mais contundente foi Bolsonaro não ter morrido com a facada de acordo com toa a esquerda que inclui os homens de preto.

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