O consumo de drogas em espaços públicos da cidade de Seattle, no Estado de Washington, nos Estados Unidos, preocupa moradores e agentes de segurança pública.
Vídeos publicados nas redes sociais mostram áreas transformadas em espaços de tolerância permanente ao consumo de drogas — cenário semelhante ao da cracolândia, na cidade de São Paulo.
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Embora autoridades locais insistam que não houve mudança formal na política de aplicação da lei, críticos afirmam que a realidade nas ruas indica falta de repressão por parte do governo ao consumo a céu aberto de entorpecentes, à atuação de mercados ilegais de drogas e à desordem urbana.
Segundo jornalistas locais, houve uma decisão do City Attorney’s Office de Seattle — equivalente a uma procuradoria municipal — de que, em casos relacionados a drogas, apenas denúncias consideradas “absurdas” serão levadas adiante. A orientação é priorizar o encaminhamento de casos de posse e uso de entorpecentes a programas alternativos, antes mesmo da apresentação de denúncia criminal.
Para especialistas em segurança pública, essa diretriz resulta em uma “descriminalização prática” do uso de drogas nas ruas da cidade.
Seattle tem histórico de epidemias de drogas
Governada por administrações alinhadas ao Partido Democrata há mais de cinco décadas — o último prefeito republicano deixou o cargo nos anos 1970 —, a cidade já enfrentou diferentes crises associadas ao uso descontrolado de drogas.
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De acordo com moradores, a flexibilização no combate a esses crimes faz parte de um ciclo que Seattle já experimentou e que não entregou os resultados prometidos pelas autoridades.
Leia também: “Pax Trumpiana”, reportagem publicada na Edição 292 da Revista Oeste






































Se os moradores/eleitores aceitam a administração dos Democratas há mais de cinco décadas, não tem absolutamente nada do que reclamar. Sugiro que os moradores/eleitores também passem todos a usar drogas para compartilhar o espaço público com os demais usuários, gozando, assim, de seus direitos.
Se os representantes, poder executivo, foram eleitos no voto e claro pela maioria, só cabe a todos suportar tal carga. Na próxima eleição lá ou aqui, ou param de votar em idiotas ou paguem o preço.
Taí o resultado de 55 anos de governo dos democratas esquerdistas.