O shutdown do governo dos Estados Unidos completou 38 dias nesta sexta-feira, 7, com republicanos no Senado rejeitando uma nova tentativa de acordo por parte dos democratas. A proposta oferecia ampliar por mais um ano os subsídios de saúde previstos na Lei de Cuidados Acessíveis, que estão perto de expirar. A medida buscava destravar as negociações e abrir caminho para a reabertura dos órgãos públicos. Contudo, a iniciativa não avançou e manteve a paralisação que já provoca cancelamentos de voos e atrasos na distribuição de assistência alimentar.
Os republicanos consideraram a oferta insuficiente. Um assessor da bancada classificou o texto como inviável desde o início. Do lado democrata, o líder da maioria, senador Chuck Schumer, afirmou que o plano representava um compromisso simples e rápido de aprovar, caso houvesse disposição política. A resposta, no entanto, foi negativa. O senador Steve Daines, de Montana, disse em entrevista que a exigência de sua bancada continua sendo a mesma: reabrir o governo antes de discutir qualquer concessão.
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Shutdown e o impasse no Congresso
Na Casa Branca, um integrante do governo, sob condição de anonimato, afirmou que a iniciativa dos democratas demonstra principalmente pressão para encerrar o impasse. Segundo ele, a negociação sobre créditos fiscais de saúde só ocorrerá depois da retomada do funcionamento pleno das agências federais. Até lá, permanece o bloqueio que atinge servidores públicos e serviços essenciais em todo o país.
No mercado financeiro, a oferta democrata provocou leve melhora momentânea. Investidores interpretaram a troca de propostas como um possível sinal de aproximação entre as partes. As ações de companhias aéreas chegaram a registrar alta no início da tarde, mas perderam força ao longo do pregão. American Airlines subiu pouco mais de 3%, enquanto Delta, Southwest e United tiveram ganhos menores.
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Companhias aéreas de todo o país já cancelaram viagens marcadas para os próximos dias. O Departamento de Transportes e a Administração Federal de Aviação determinaram cortes imediatos em 40 aeroportos, reduzindo inicialmente 4% dos voos. A meta é chegar a uma diminuição de 10% até o fim da próxima semana.
Se o shutdown persistir, o secretário de Transportes, Sean Duffy, projeta reduções que podem atingir 20% da malha aérea. A avaliação é que a falta de pessoal no controle de tráfego compromete a segurança das operações, criando um efeito em cadeia para passageiros, companhias e aeroportos.
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Estão pensando que o só a esquerda da Americana Larina faz merda, temos seguidores também em países desenvolvidos. Enviam as pautas Woke pra cá, e a gente exporta a Dilma, e a gestão imbecil pra lá.