Depois de mais de duas décadas de negociações, a União Europeia e o Mercosul assinam neste sábado, 17, no Paraguai, o acordo que cria uma das maiores zonas de livre comércio do mundo. O tratado reúne cerca de 720 milhões de pessoas e um Produto Interno Bruto estimado em US$ 22 trilhões.
O presidente Lula não estará presente na cerimônia. Ele será o único chefe de Estado sul-americano ausente. Participam a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, o presidente do Conselho Europeu, António Costa, e os presidentes da Argentina, Uruguai, Bolívia e Paraguai.
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Lula recebeu von der Leyen ontem, no Rio de Janeiro, e classificou o processo como “25 anos de sofrimento e tentativa de acordo”. Segundo ele, o tratado fortalece o multilateralismo e integra mercados estratégicos.
Próximas etapas no acordo entre Mercosul e União Europeia

Os países da UE confirmaram por ampla maioria a aprovação provisória no Comitê de Representantes Permanentes (Coreper). Com a maioria qualificada, von der Leyen fica autorizada a assinar o acordo em nome da UE.
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O acordo não passa a valer imediatamente. Na UE, o texto ainda será analisado pelo Parlamento Europeu e, possivelmente, por parlamentos nacionais. Já no Mercosul, precisará de aprovação nos Congressos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Há discussão sobre aplicação provisória de partes do tratado, como a redução de tarifas.
Apoios e oposições
Negociado há mais de 25 anos, o acordo prevê redução gradual de tarifas, regras comuns para comércio industrial e agrícola, investimentos e padrões regulatórios.
Alemanha e Espanha apoiam o texto, enquanto a França lidera a oposição, com apoio de Polônia, Irlanda e Áustria, citando riscos ao setor agrícola e questões ambientais. Para o Mercosul, o Brasil tem papel central na comprovação de avanços ambientais para facilitar a ratificação.






































A VERDADE É QUE O PARAGUAI TEM UMA BARREIRA SANITÁRIA CONTRA PRAGAS….POR ISSO O PARAGUAI NÃO PERMITIU A ENTRADA DO NINE…ESSA A NARRATIVA VERDADEIRA !
Janja não deixou ele ir, pq Macron não estara lá. Luladrão não faz falta em nada, não esteve nen Itaupu junto com paraguaiano.
NÃO TEM ACORDO NENHUM!!
Parem de falar mentiras….
O que tem é uma proposta Fechada que será encaminhado aos congresso de cada país envolvidos…
SE UM NÃO APROVAR, existem uns 9 que já disseram que são contra….Não têm Livre comércio porcaria nenhuma!
É isso vai demorar MAIS 2 anos…essa votação em cada países membros.
DEIXA de reverberações de mentiras.
Bingo…!
Pelo menos o Chupim não estava presente!
Sem dúvida, dirá q é graças a ele!
Pelo visto, há “pegadinhas”! Um acordo assinado sem estar pleno e sem estar aprovado pelos parlamentos? Não é acordo de fato!