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Coronavírus — Mundo, Mundo

Sanofi e GlaxoSmithKline estão confiantes no desenvolvimento da vacina contra o coronavírus

O laboratório francês Sanofi e o britânico GlaxoSmithKline acreditam que devem conseguir a aprovação de uma vacina para o coronavírus no primeiro trimestre

Vacina Johnson & Johnson Itália
Foto: Liz Masoner/ Pixabay

O laboratório francês Sanofi e o britânico GlaxoSmithKline acreditam que devem conseguir a aprovação de uma vacina no primeiro trimestre de 2021

Sanofi e GlaxoSmithKline
Foto: Liz Masoner/ Pixabay

A francesa Sanofi afirmou que espera conseguir a aprovação de sua vacina em desenvolvimento contra o coronavírus ainda no primeiro trimestre de 2021, mais rapidamente do que o previsto no projeto. O laboratório britânico GlaxoSmithKline está participando do desenvolvimento da vacina com o laboratório da França.

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De acordo com os dois laboratórios, caso seja bem-sucedida, a vacina pode estar disponível no segundo trimestre de 2021. O anúncio foi feito em um encontro virtual com pesquisadores e desenvolvedores, aponta a agência de notícias Reuters.

“Estamos sendo guiados através do diálogo com as autoridades regulatórias”, disse o pesquisador-chefe da Sanofi, John Reed.

Ainda não existe nenhuma vacina capaz de prevenir a infecção pelo coronavírus. Segundo dados da OMS, mais de 9 milhões de pessoas foram infectadas e cerca de 470 mil morreram.

Laboratórios farmacêuticos de todo o mundo estão em uma corrida para ver quem consegue desenvolver antes uma vacina segura, efetiva e que possa ser produzida em larga escala.

Estágio mais avançado não é vantagem

Outros laboratórios estão em estágio mais avançado no desenvolvimento da vacina do que a parceria entre a Sanofi e a GlaxoSmithKline.

O projeto desenvolvido pela Moderna, Universidade de Oxford e AstraZeneca iniciou testes clínicos com humanos ainda em março. A vacina em desenvolvimento pela BioNTech e Pfizer está no mesmo patamar.

Para o diretor-executivo da Sanofi, Paul Hudson, essas empresas certamente não estão com a vitória garantida por terem saído na frente com os primeiros testes em humanos.

“Existem companhias que estão movendo-se rápido, mas a velocidade também traz suas desvantagens”, afirmou Hudson.

“Eles estão usando trabalho que já havia sido feito em muitos casos para a sars, e isso provavelmente não deve gerar a maior eficácia. Não existe garantia de suprimentos em grande volume”, completou o executivo da Sanofi.

Por fim, Paul Hudson mostrou confiança e afirmou que a Sanofi tem uma chance de sucesso “maior que todo mundo” de conseguir desenvolver uma vacina contra o coronavírus.

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