Em 1955 Cuba era um país aberto, uma passagem obrigatória para turistas em busca de praias e música “caliente”. Os americanos, especialmente, frequentavam a ilha. Por outro lado, artistas cubanos se tornavam celebridades nos EUA.
A propaganda do governo cubano que ilustra este artigo chama Cuba de “a Riviera americana”. O texto da campanha divulgada na imprensa dos EUA diz: “Cuba… o verdadeiro país estrangeiro mais próximo… ainda ‘descoberto’ por turistas 462 anos depois de Colombo. Moderno onde você quiser, Cuba depois de mais de quatro séculos retém todo o sabor do Velho Mundo, o charme dos tempos coloniais”.
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Em seguida mostra como chegar lá a partir de Miami: “Uma hora pelo ar, uma noite de navio, ou dirija seu carro até a Balsa Caribenha desde Key West”. A distância entre a cidade e a costa cubana é de apenas 140 quilômetros.
Quatro anos depois, os comunistas de Fidel Castro tomaram o poder e a festa acabou. A proximidade com a costa da Flórida acabou sendo útil para as massas de cubanos que queriam fugir do país.
O vídeo abaixo mostra cenas de Cuba antes da ditadura de Fidel Castro. O país parece mais moderno do que a Cuba de hoje. Segundo o filme, “na década de 1950 Cuba tinha uma grande classe média: um terço da população (…) Era a terceira renda per capita no hemisfério ocidental. De acordo com análise do Departamento de Comércio dos EUA, em 1956 Cuba era o ‘país mais capitalizado da América Latina’ e ‘sua rede de ferrovias e rodovias cobria o país’.”
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Então Paulete Medonha, vai morar lá em Cuba, já que está tão bom agora! Seus relinchos são cada vez mais irritantes…
Com certeza hoje em dia com a população na miséria não tem prostituição. Como disse a Bela Gil: ” Um povo faminto, mas feliz”.