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Putin manda comitiva para negociar com a Ucrânia em Belarus

O presidente Volodymyr Zelensky disse que está aberto ao diálogo, mas em um país neutro

ucrânia
Embaixada da Ucrânia em Minsk, capital de Belarus | Foto: Reprodução/Twitter

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, enviou neste domingo, 27, uma comitiva para Gomel, cidade em Belarus. O objetivo é iniciar as negociações com autoridades ucranianas. Trata-se do gesto mais concreto da diplomacia russa, desde o início do conflito entre os países, iniciado na semana passada.

“Uma delegação de representantes dos ministérios das Relações Exteriores, da Defesa e de outras pastas, incluindo a administração presidencial, chegou a Belarus para negociações com os ucranianos”, disse o porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, em uma entrevista coletiva, na capital Moscou.

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A Ucrânia informou que está disposta a negociar, mas em um país neutro. “Varsóvia, Bratislava, Budapeste, Istambul, Baku – propusemos tudo isso ao lado russo”, disse o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em um vídeo. “Queremos um país de cujo território os foguetes não estão sendo disparados.”

Em apoio à Ucrânia, União Europeia tira bancos russos do sistema de pagamentos Swift

A presidente da Comissão Europeia (UE), Ursula Von der Leyen, anunciou ontem que alguns bancos russos estão fora da Swift, sistema que facilita pagamentos internacionais. A medida recebeu o apoio de França, Alemanha, Itália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos após uma reunião.

Em linhas gerais, a medida vai impactar o comércio russo, o investimento estrangeiro no país e seu banco central. Atualmente, a Rússia tem cerca de US$ 630 bilhões em reservas internacionais. “Isso vai congelar as transações e impossibilitar o Banco Central de liquidar ativos”, disse Ursula.

Leia também: “A Ucrânia balança o mundo”, artigo publicado na Edição 101 da Revista Oeste

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1 comentário
  1. Angela
    Angela

    Putin:
    “Você pode ver que os países ocidentais não estão apenas tomando medidas hostis contra nosso país na esfera econômica. Estou falando de sanções ilegais, como todos sabem muito bem. Mas altos funcionários dos principais países da OTAN também estão fazendo declarações agressivas sobre nosso país. É por isso que eu aconselho o Ministro da Defesa e o Chefe do Estado-Maior Geral a colocar as forças de dissuasão do Exército Russo em alerta especial.”

    O ministro da Defesa, Sergei Shoigu, confirmou com “Sim”. e o Chefe de Gabinete Valeri Gerasimov acrescentou “Nós fazemos isso.”.

    Os países da OTAN precisam urgentemente encontrar a virtude e assumí-la com convicção.

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