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Presidente da Argentina troca ministra da Economia, há três semanas no cargo

Sergio Massa, aliado de Cristina Kirchner e que chefia a Câmara dos Deputados, assume o cargo deixado por Silvina Batakis

presidente da argentina
O presidente da Argentina, Alberto Fernández, e a recém-empossada ministra da Economia, Silvina Batakis, durante cerimônia que oficializou a peronista na pasta - 04/07/2022

A Argentina terá um novo ministro da Economia nos próximos dias. O presidente da Câmara dos Deputados, Sergio Massa, vai ser o titular da pasta, que deve absorver outras três: Desenvolvimento Produtivo e Agricultura, Gado e Pesca e Relações com Órgãos Internacionais e de Crédito.

Os movimentos no tabuleiro de xadrez foram noticiados pelos dois principais jornais do país, Clarin La Nación. Conforme as duas publicações, a vice-presidente do país, Cristina Kirchner, está de acordo com as mudanças.

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A dança das cadeiras ocorre três semanas depois de Silvina Batakis, aliada de Cristina, assumir a Economia deixada pelo antecessor Martín Guzmán. Segundo a mídia local, Silvina teria pedido para deixar o ministério. Fernández estuda um novo cargo para ela no Poder Executivo.

Depois de deixar o comando da Câmara, Massa será sucedido por Cecilia Moreau, uma deputada da Frente de Todos, a coligação governista. Enquanto isso, o presidente da Argentina prepara as mudanças no governo.

Gustavo Segré, jornalista e consultor econômico, disse que as alterações no ministério só vão dar certo se mudar a política econômica do país. “É a última bala de prata”, constatou. “Se não funcionar, o governo Fernández acaba.”

Segundo Segré, o atual ministro do Desenvolvimento, Daniel Scioli, deve voltar à embaixada do Brasil, cargo que ocupava antes de assumir a pasta em junho. “Scioli fez um bom trabalho no Brasil”, disse Segré.

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Sergio Massa é aliado do presidente da Argentina

Massa foi ministro do ex-presidente Néstor Kirchner (2003-2007) e de Cristina Kirchner, mas durante o segundo governo de Cristina, ele foi para a oposição. Massa criou um partido, a Frente Renovadora. Ele concorreu à Presidência em 2015, porém, perdeu para Maurício Macri. Em 2019, aliou-se ao atual presidente, Alberto Fernández, já com planos para presidir da Câmara.

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9 comentários
  1. Valdomiro Antunes
    Valdomiro Antunes

    E tem um sujeito, que foi preso há um tempo atrás, que defende exatamente esse modelo de fracasso econômico para nós se for eleito.

  2. Amaury G Feitosa
    Amaury G Feitosa

    Don’t cry for we Argentina … afinal NÓS SOMOS VOCÊS AMANHÃ …

  3. Louis
    Louis

    Sugiro imprimir mais dinheiro e contratar mais funcionários públicos para gerar empregos kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  4. Paulo Kubota
    Paulo Kubota

    O notoiciário não fala absolutamente nada sobre as quialificações desse novo ministro do caos… Seis por meia dúzia?

  5. Stefanos
    Stefanos

    Acabou o dinheiro dos outros ?

    Socialismo é assim, uma massa de pobres elege um companheiro.

    O companheiro cria um monte de benefícios sócias e ninguém mais precisa trabalhar.

    Quando poucos trabalham, a economia vai para o buraco, e não sobra dinheiro para mais esmolas estatais.

    Todos ficam pobres e infelizes e o socialismo triunfa.

    Finalmente a igualdade é atingida, menos para os camaradas do partido.

    Para esses a riqueza é nababesca.

    Votou no PT, tomou no IPTU Argentina.

  6. Paulo Renato Versiani Velloso
    Paulo Renato Versiani Velloso

    Um super ministro que abarca quatro pastas e que, pelo que foi dito na reportagem, é apenas um político, nada de tecnico. E segundo o vaticínio do Gustavo Segré: “É a última bala de prata”, constatou. “Se não funcionar, o governo Fernández acaba.” Caso isso se confirme, o que teremos nos próximos dois anos que faltam ao governo daquele país?

  7. Marcos Antonio Japiassu Resende Montes
    Marcos Antonio Japiassu Resende Montes

    A Argentina é um caso perdido. Espero que não sejamos ela amanhã. #PTnuncaMais

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