A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, criticou, nesta terça-feira, 17, “uma parte politizada da magistratura” pela decisão de um juiz de impedir a deportação de um cidadão argelino em situação irregular. O homem tem 23 condenações penais, uma delas por agressão brutal contra uma mulher.
Segundo a decisão judicial, o Estado ainda terá de pagar ao homem indenização de € 700 pela tentativa de deportação. “É legítimo perguntar como se pode combater seriamente a imigração ilegal se quem viola repetidamente a lei permanece em nosso território, e o Estado é inclusive punido por tentar fazer respeitar as regras”, afirmou Meloni em publicação nas redes sociais.
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A líder italiana acusou uma “parte politizada da magistratura” de dificultar de forma sistemática as ações do Executivo contra a imigração ilegal em massa. “Os italianos votaram na centro-direita também por isso, para restabelecer regras claras e fazê-las respeitar”, continuou.
Na semana passada, o Executivo da Itália apresentou um pacote para endurecer a política migratória. As medidas incluem bloqueios navais temporários e procedimentos acelerados para retorno imediato de migrantes nas fronteiras.
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Entre os pontos, está a ampliação da lista de crimes que levam à expulsão automática “Acolher quem tem direito é um dever, respeitar as leis italianas é indispensável, e quem não pretender fazê-lo não é bem-vindo na Itália”, concluiu a primeira-ministra.
Giorgia Meloni expõe caso de argelino irregular na Itália
Nas redes sociais, Meloni denunciou o caso de um cidadão argelino com antecedentes por lesões, “depois de ter agredido uma mulher com chutes e socos”. O Poder Judiciário italiano, no entanto, impediu a transferência do homem para um Centro de Permanência para Repatriação ou para novos centros de gestão migratória na Albânia.
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Além disso, a decisão judicial também obriga o Ministério do Interior a pagar € 700 ao estrangeiro por tentar executar a deportação.
Apesar da decisão, Meloni disse que o governo seguirá “com determinação” para reforçar as repatriações e os instrumentos de controle de fronteiras. Ela citou iniciativas no país e na União Europeia para acelerar procedimentos.






































Que a primeira ministra tenha o mesmo empenho em defender a Carla Zambelli contra o judiciário marxista.
ESSE É UM CASO EM QUE O JUIZ DEVERIA LEVAR O POBRE COITADO… PRA SUA CASA !
VAMOS VER SE ELE ACEITA ?
Que palhaçada a jurisdição comunista da Italia.
Até que um dia irão assediar sexualmente a filha de um desses magistrados…
O mundo está brasileirando,o populismo está roendo a Europa. A começar por Portugal e Itália.
Absurdo esses esquerdopatas dentro do sistema!… Querem deportar a Zambelli, que não cometeu crime algum, mas querem manter um argelino vagabundo crimioso?! Qual é!